A droga se faz amiga, mas ela quer sua vida

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Liberação de álcool em estádios causa polêmica entre os deputados


Durante audiência com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, parlamentares se dividiram diante da decisão do relator da Lei Geral da Copa de liberar bebidas alcoólicas nos jogos.
Agência Câmara de Notícias
Reinaldo Ferrigno
Vicente Cândido propõe a liberação do comércio de álcool nas arenas esportivas permanentemente.
A liberação da venda de bebidas alcóolicas em estádios causou polêmica entre os deputados durante audiência pública com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, na tarde desta quarta-feira (7). Para o líder do PPS, deputado Rubens Bueno (PR), essa permissão não faz sentido, uma vez que “os dados mostram que a violência nos jogos caiu a praticamente zero depois da proibição”.
Em seu substitutivo ao projeto de Lei Geral da Copa (PL 2330/11), apresentado ontem, o relator, deputado Vicente Cândido (PT-SP), propõe a liberação do comércio de álcool nas arenas esportivas permanentemente, por meio de alteração do Estatuto do Torcedor (Lei 10.671/03).
Na opinião de Aldo Rebelo, o assunto deve ser decidido pela Câmara, que debateu o assunto por mais tempo. O ministro ressaltou, no entanto, que “não há lei proibindo consumo de álcool em eventos esportivos”. Para ele, o assunto deve ser analisado de forma criteriosa, pois não faz sentido proibir álcool em um estádio durante uma partida de futebol e liberá-lo quando ocorre um show, por exemplo.
Na opinião do ministro, a lei deve encontrar um equilíbrio entre a proteção da segurança dos cidadãos e a liberdade individual para consumir álcool. “Ninguém concebe a proibição de bebidas alcóolicas no País, por princípio isso não é crime”, ressaltou.
Convênios
A venda de bebidas durante os jogos é uma das exigências da Federação Internacional de Futebol (Fifa), mas Rubens Bueno argumenta que a própria organização proíbe a venda de álcool nos campeonatos que organiza. “Não é porque a Fifa faz convênios com produtores de bebidas que vamos trazer esse problema para o nosso dia a dia”, disse.
Presidente da comissão especial que analisou o Projeto de Lei da Copa, o deputado Renan Filho (PMDB-AL) garantiu não se tratar da defesa de interesses comerciais. “Essa cultura é milenar. Na antiguidade já se consumia bebida alcóolica”, frisou.
Liberação provisória
Para o presidente da Comissão de Turismo e Desporto, que realizou a reunião, deputado Jonas Donizette (PSB-SP), a medida faz sentido somente durante a Copa do Mundo de 2014. “Nesse período, vamos receber aqui povos das mais diferentes culturas, então é válido, mas prever essa alteração de forma permanente não parece adequado”, sustentou.
De acordo com Donizette, estudo apresentado durante audiência pública da comissão mostra que o consumo de álcool tem “influência negativa forte” no comportamento do torcedor brasileiro. O deputado José Rocha (PR-BA) também acredita que a venda de álcool em estádios deve ocorrer somente durante a Copa. “Nós não podemos utilizar a Lei da Copa para modificar permanentemente leis aprovadas nesta Casa”, sustenta.
Diante da controvérsia, Aldo Rebelo destacou que a Lei Geral da Copa materializa os compromissos que o Brasil assumiu quando se candidatou para sediar a competição. “Nós assumimos esses compromissos. É natural que a Fifa defenda seus interesses e que o Congresso busque preservar o acordo e os interesses nacionais”, ponderou.
ONGs
Questionado pelo deputado Rui Palmeira (PSDB-AL) sobre a relação do ministério com Organizações não Governamentais (ONGs), Aldo defendeu a suspensão dos convênios com essas instituições. “Defendo que o ministério não faça convênios com ONGs porque é difícil controlar, prefiro que esses contratos sejam firmados com entes públicos, porque podem ser fiscalizados e controlados”, sustentou.
Aldo Rebelo assumiu o ministério depois da queda de Orlando Silva devido a denúncias de irregularidades no repasse de recursos públicos do programa Segundo Tempo a ONGs.

Governo lança plano de combate ao crack; investimentos chegam a R$ 4 bi até 2014


Agência Brasil
Yara Aquino e Paula Laboissière
Repórteres da Agência Brasil
Brasília – O governo federal lançou hoje (7) um conjunto de ações para o enfrentamento ao crack, com previsão de investimento de R$ 4 bilhões até 2014. As ações estão estruturadas em três eixos: cuidado, prevenção e autoridade e serão desenvolvidas de forma integrada com estados e municípios.
No eixo cuidado estão previstas iniciativas para ampliar a oferta de tratamento de saúde aos usuários de drogas e a qualificação de profissionais. Será criada a rede de atendimento Conte com a Gente, com estrutura diferenciada para atender pacientes em diferentes situações e auxiliar dependentes químicos na superação do vício e na reinserção social.
Outra ação na área de cuidado será a criação de enfermarias especializadas nos hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS), com investimentos de R$ 670,6 milhões para a criação de 2.462 leitos exclusivos para usuário de drogas.
Esses leitos serão usados para atendimentos e internações de curta duração durante crises de abstinência e em casos de intoxicações graves. Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para estimular a implantação desses espaços, o valor da diária de internação repassado pela pasta aos estados e municípios poderá ser quatro vezes maior de R$ 57 para até R$ 200.
“É muito bom ter um plano que tem o cuidado como grande prioridade. Temos que distinguir o que precisa ser distinto. O que precisa de repressão é o traficante e o contrabando. O usuário precisa de serviços abertos”, disse Padilha.
O eixo prevenção terá foco nas escolas, nas comunidades e na comunicação com a população. Serão capacitados 210 mil educadores e 3,3 mil policiais militares para atuarem na prevenção ao uso de drogas em 42 mil escolas públicas. Líderes comunitários também devem receber capacitação até 2014.
Serão feitas ainda campanhas específicas para informar, orientar e prevenir a população sobre o uso do crack e de outras drogas.
No eixo autoridade, as ações policiais se concentrarão em duas frentes: nas fronteiras e nos centros consumidores. Entre as metas estão o policiamento ostensivo nos pontos de uso de drogas das cidades e a revitalização dos espaços que são reconhecidamente pontos de consumo.
O eixo prevê ainda a atuação integrada das polícias estaduais com as polícias Federal e Rodoviária Federal na área de inteligência e investigação para identificar e prender traficantes e desarticular organizações de tráfico de drogas.
“Não podemos ignorar essa realidade. Precisamos enfrentá-la”, disse o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. “As equipes serão treinadas para orientar os usuários a procurar o serviço de saúde à disposição. As ações só começarão quando o serviço de saúde tiver condições de atender as pessoas”, acrescentou.
 Edição: Lílian Beraldo
Fonte:UNIAD.COM

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Pregação Pr Deiró- EBOM 2010-Escola Bíblica para Obreiros e Membros

Pregação 1

                                                                    Pregação 2

                                                                       Pregação  3

                                                                      Pregação 4

Convenção das Assembléias de Deus Madureira SP Barueri 2011














segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Nova droga: Krokodil, a pior droga do mundo (cenas fortes)

Esta matéria contém cenas extremamente forte das consequências do efeito da droga Krokodil,
você que tem sensibilidade e apatia a feridas abertas pode ser desagradável. 


Uma droga barata, que está sendo consumida por um número cada vez maior de pessoas e tem efeitos colaterais bizarros. Essa é a krokodil (que em russo significa crocodilo), uma alternativa ao uso da heroína que está fazendo vítimas por toda a Rússia.
O nome vem de uma das consequências mais comuns ao uso, a pele da pessoa passa a ter um tom esverdeado e cheia de escamas, como a de um crocodilo. Ela é a desomorfina, um opióide 8 a 10 vezes mais potente que a morfina. O problema maior nesta droga russa é a maneira como o produto é feito.


O krokodil é feito a partir da codeína, um analgésico opióide que pode ser comprado em qualquer farmácia russa sem receita médica, assim como acontece com analgésicos mais fracos no Brasil. A pessoa sintetiza a droga em uma cozinha usando produtos como gasolina, solvente, ácido hidroclorídrico, iodo e fósforo vermelho, que é obtido de caixas de fósforo comuns, além dos comprimidos de codeína.
Logicamente nenhum destes ingredientes é ideal e o produto final não é nem um pouco puro, mas o resultado para o usuário é satisfatório. A consequência de se colocar tantos produtos químicos na veia é a irritação da pele, que com pouco tempo passa a ter uma aparência escamosa. A área onde o krokodil é injetado começa a gangrenar, depois a pele começa a cair até expor os músculos e ossos.

Casos de viciados precisando de amputação ou da limpeza de grandes áreas apodrecidas em seus corpos são cada vez mais comuns em salas de emergência dos hospitais daquele país. A dificuldade em se combater o uso desta droga está na pouca ajuda que o governo dá a centros de reabilitação e na grande facilidade na produção, afinal basta uma cozinha e o conhecimento de como se “cozinhar” o produto. Largar o krokodil pode ser uma tarefa extremamente difícil. A desintoxicação é muito lenta e o usuário sente náuseas e dores por até um mês, sendo que conseguir uma nova dose é muito fácil. Sequelas físicas e mentais do uso contínuo do krokodil podem ficar para sempre.

O krokodil pode acabar matando o usuário recorrente em mais ou menos 2 anos e são raros os casos de pessoas que se livraram do vício. A migração deles de uma droga para outra é explicada pelo valor da dose. Cada uso de heroína pode custar na Rússia 150 Dólares (270 Reais), já o krokodil custa em média 8 Dólares (aproximadamente 14 Reais). Um problema na alternativa mais barata é a duração dos efeitos, que são muito menores.


Enquanto os efeitos da heroína podem durar 8 horas, o krokodil dura com sorte 90 minutos. Como produzir a droga leva mais ou menos uma hora, a pessoa passa a viver apenas para produzir e injetar.

No Brasil, a codeína é vendida apenas com receita médica, mas na Rússia o produto é o analgésico mais popular do país. Usada por praticamente a metade da população, ela é responsável por cerca de 25% do lucro de algumas farmácias. Por este motivo a indústria farmacêutica e os empresários do ramo lutam para que o governo não torne a droga restrita à venda com prescrição.

Outros países onde a codeína é vendida sem receita são o Canadá, Israel, Austrália, França e Japão. Neles existe um grande risco do krokodil se tornar uma epidemia como a que atinge atualmente a Rússia. Abaixo você verá dois vídeos mostrando os resultados nefastos do uso desta droga.

Eu poderia terminar este texto dizendo que ninguém deveria usar esta droga sequer uma vez, mas ninguém procura uma alternativa tão tóxica e mortal porque vai usar só uma vez. Usuários de krokodil já estão migrando de outras drogas pois não podem sustentar o próprio vício. O melhor conselho que qualquer pessoa pode lhe dar é para que você jamais experimente nenhuma droga ilegal.