A droga se faz amiga, mas ela quer sua vida

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terça-feira, 27 de setembro de 2016

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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Recursos Públicos a Casas de Recuperação das Igrejas Esbarra na Religião e Critérios Médicos

Destinação de recursos públicos a comunidades terapêuticas esbarra na religião e em critérios médicos

Para terem acesso ao apoio financeiro do Estado, as comunidades terapêuticas precisam, em primeiro lugar, se adequar às normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). É preciso ainda atender às regras dos editais do Ministério da Saúde e da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça (Senad), onde está centralizada a gestão da política antidrogas e dos recursos públicos a serem nela aplicados.
Dom Irineu Danelon, bispo de Lins (SP) e responsável pela Pastoral da Sobriedade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), afirmou à subcomissão do Senado em 28 de junho que “o governo não pode abrir mão das exigências para a concessão dos recursos, mas poderia reduzir o excesso de burocracia”.


Dom Irineu Danelon, bispo de Lins e responsável pela Pastoral da Sobriedade, da CNBB: menos burocracia seria melhor. Foto: Artur Garção
Em resposta, o senador Eduardo Amorim (PSC-SE) disse que o desafio do Senado “é realmente desburocratizar” a aplicação dos recursos públicos destinados às casas de recuperação de dependentes químicos.


Senador Eduardo Amorim: desafio é desburocratizar liberação de recursos do governo às casas de recuperação. Foto: J. Freitas
No ano passado, a Senad lançou edital (1/10) para abrir novas vagas nas comunidades terapêuticas, que, entre outras regras, atribuiu às prefeituras a responsabilidade de acompanhar as atividades e de pagar às comunidades R$ 800 mensais por vaga durante um ano. O dinheiro seria repassado pelo Ministério da Saúde.
Entre outros requisitos, Senad e ministério exigiram que as comunidades terapêuticas providenciassem duas visitas médicas a cada dez dias para cada interno e que não obrigassem o interno que se opusesse a assistir aos cultos religiosos.
Muitas comunidades se recusaram a participar em razão dessas duas exigências e o edital da Senad aprovou apenas 78 projetos, num total de 985 leitos, ou cerca de 27% das 3.500 vagas previstas. Frei Hans Heinrich Stapel, fundador da Fazenda da Esperança, rede católica de comunidades com 52 unidades no Brasil, explica: “Eu rejeitei. 
Sabem por quê? 
Porque não entendem a comunidade terapêutica. Querem fazer de nós um hospital o que não somos”.
Religião
Sobre essas normas, Paulina Duarte, secretária nacional de Políticas sobre Drogas, esclareceu que, antes de publicado o edital, representantes das federações de comunidades terapêuticas foram convidados a opinar.
“Destinamos R$ 34 milhões num único edital para financiar comunidades terapêuticas. Quem escreveu esse edital fui eu. Não coloquei a resolução da Anvisa [101/01, revogada]. Coloquei no edital critérios mínimos, de acordo com o que eu conhecia e que as comunidades poderiam, sim, cumprir”.
O senador Waldemir Moka (PMDB-MS), no entanto, argumenta que as comunidades “alegam que o edital do Ministério da Justiça dá a entender que há restrição à metodologia deles. Ou seja, eles apostam na terapia da fé para o tratamento, e é como se o governo quisesse interferir nisso”. As comunidades não abrem mão da participação dos internos nas atividades religiosas, mas, assim, correm o risco de o Ministério Público impugnar o convênio.
Paulina Duarte esclarece que a exigência é constitucional: “Não posso financiar, com recursos públicos, uma instituição católica que recebe para tratar um evangélico e o obriga a assistir a uma missa. Para essas comunidades, a nossa sugestão é de que seja seguida a metodologia, mas que se dê ao interno o direito de escolha”.
A Em discussão!, Adalberto Calmon Barbosa, diretor de Projetos da Fazenda da Esperança, disse que “a ideia não é converter quem quer que seja. Não ensinamos religião. Ensinamos respeito, amor, responsabilidade. Mas é preciso que o interno esteja com o grupo, que participe. Não podemos deixá-lo sozinho, ainda que ele queira”. A Fazenda da Esperança abriu mão de participar do edital por “não poder prescindir de sua filosofia e métodos”.



"Pedalada pela vida", em Lins, evento da Pastoral da Sobriedade, da Igreja Católica: sociedade se organiza para enfrentar o vício. Foto: Ailton Gomes
Emendas parlamentares
Outra fonte de recursos públicos poderiam ser as emendas parlamentares, mas aí também as comunidades esbarram na indefinição de sua situação junto ao governo. O senador Wellington Dias (PT-PI) narrou que, “em 2009, a bancada do Piauí apresentou uma emenda para o problema das drogas, no Ministério da Saúde. Mas não houve empenho dos recursos por não haver uma política clara do ministério para essa questão. Então, não foi feito um convênio por falta de rubrica no ministério”.
Hans Stapel manifestou a frustração das comunidades com a não liberação das emendas. “Para mim falta respeito aos senhores deputados e senadores, respeito às entidades, respeito ao povo brasileiro que precisa de ajuda”.
fonte:http://www.senado.gov.br/noticias/Jornal/emdiscussao/dependencia-quimica

sábado, 9 de maio de 2015

Pregações do nosso Pr Deiró de Andrade. Livros, Versículos, Capitulos, os dias das pregações mês e ano.


DOMINGO A NOITE DIA 10 DE MAIO DE 2015.
Aquele a qual o homem é vencido, deste se torna escravo.

Palavra da noite, pelo Pastor Deiró de Andrade
Livro de Mateus Capítulo 15: Versículo 22 ao 28;
A Mulher Cananéia


Se você irmão anotou toda pregação por capítulo e versículo do nosso Pastor ou outro convidado em nossa Sede, e quiser colaborar com este blog nos envie o dia da pregação e a palavra que foi ministrada.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

MACONHA: HOMEM MORRE APÓS DESENVOLVER DOENÇA CARDÍACA PROVOCADA PELO USO DA DROGA



Um homem morreu depois de sofrer com problemas cardíacos, resultado do vício em consumir maconha por mais de uma década.

John O'Brien, 53, da Grã-Bretanha, começou a fumar maconha para controlar problemas após sofrer uma lesão no cérebro depois de um acidente de carro.
Mas, após usar a droga diariamente por 10 anos, os efeitos em seu corpo foram devastadores, levando-o a desenvolver uma doença que fez seu coração parar de funcionar.
Um médico legista, após intensa investigação, declarou que a morte de O'Brien foi ocasionada por “cardiotoxicidade à Cannabis sativa” – uma doença pouquíssimo conhecida em que o hábito de fumar maconha leva a problemas cardíacos.
Seu irmão gêmeo Mark, 54, disse que ele começou a usar a droga para lidar com a depressão por ter perdido o emprego devido aos danos cerebrais que sofreu. Ele fumava de 3 a 4 cigarros de maconha por dia.
A família de O'Brien está atordoada e jamais imaginou que a droga, tida como segura por usuários, pudesse provocar a morte, já que tinha efeitos benéficos em sua deficiência cerebral.
Obviamente nós sabíamos que a droga poderia ser ruim também, mas não pensávamos que poderia matá-lo. Ele dizia que fumando esquecia todos os problemas e lembranças horríveis do acidente de carro. Nós sempre falávamos para ele parar de usar maconha, e ele dizia que estava tentando e buscava um substituto para a droga”, disse o irmão.
A investigação sobre os efeitos da maconha no sistema cardiovascular está em estágios iniciais, mas estudos já apontaram que homens de meia idade são mais suscetíveis aos efeitos maléficos da droga.
Outras evidências afirmam que, na verdade, a maconha pode desencadear doenças cardíacas pré-existentes que os usuários já possuíam antes de começar a usá-la.
Quando nós falamos para as pessoas que ele morreu por fumar maconha, simplesmente ninguém acredita”, salientou o Mark.
David Raynes, porta-voz da Aliança Nacional de Prevenção da Toxicodependência, declarou ao DailyMail: “Pesquisadores alemães descobriram que a maconha afeta o coração. Ela pode provocar desequilíbrios e matar em casos mais raros. É raro, mas acontece. Estamos acostumados a ouvir que a maconha é inofensiva, mas não é verdade”.
As pessoas não estão cientes do perigo. Não é amplamente divulgado a informação correta. Há um monte de pessoas que fazem campanha pela legalização, que dizem que é inofensiva por ser uma planta, mas não é verdade”, concluiu.
O laudo final da causa da morte foi emitida pelo pesquisador Dr. Benno Hartung, da Universidade de Dusseldorf, na Alemanha, que realizou uma extensa lista de exames, corroborando a suspeita inicial de cardiotoxicidade por maconha.

Segundo ele, o risco de um ataque cardíaco aumenta em cinco vezes após fumar a droga. "As pessoas que estão em alto risco de doenças cardíacas não devem fumar maconha”, disse Dr. Benno.
Saiba mais!
Cardiotoxicidade por maconha é uma condição pouco conhecida em que fumar maconha desencadeia problemas cardíacos.
Em um artigo na revista Forensic Science International, o Dr. Hartung disse que a maconha pode causar um aumento da frequência cardíaca, bloqueando os batimentos em indivíduos suscetíveis, resultando em insuficiência cardíaca.

Fonte: http://www.jornalciencia.com/saude

domingo, 18 de janeiro de 2015

NÃO SOU CHARLIE, SOU MUITO MAIS A CAMILE E A NATÁLIA


Domingo a tarde em casa ligue a televisão coloquei no programa do Geraldo na Record bem na hora que estava passando uma matéria de uma criança de 8 anos por nome Camile Vitória que queria doar seu cabelo e já tinha alcançado mais de 60 centímetros para uma garota por nome de Natália de 14 anos que sofrera um acidente e tinha perdido parte do cabelo e couro cabeludo. A mãe de Camile vinha passando por dificuldades financeiras tinha ouvido dizer que salões de beleza comprava cabelo humano e assim decidida conversou com sua filha Camile que concordando venderia o cabelo, parece um absurdo mas vender o cabelo de um filho parece o fim, foi ai de Camile vendo um programa infantil conheceu a história de Natália que tinha sofrido um acidente em uma embarcação em Belém de Pará , onde seu cabelo enroscou nas engrenagens do motor do barco (acidente com muita frequência por lá), Camile se comoveu com a história de Natália e resolveu que não venderia mais seu cabelo e sim doar para Natália, gesto este que aprendeu com a família que é CRISTÃ. 

A mãe de Camile disse que ela comentou após assistir o programa que doaria seu cabelo pelo simples fato que se Deus lhe deu da graça ela também faria o mesmo, uma criança de 8 anos com esta consciência que não conhecia a outra nem sua religião a não ser pela TV, numa atitude filantrópica a qual foi ensinada desde bebê tomou esta aniciativa.

 O que se poderia tirar desta história com as ultimas notícias do ataque ao  REVISTA FRANCÊSA CHARLIE HEBDO é a forma de fazer as coisas a Bíblia fala no livro de Mateus 12:35e: A BOCA FALA O QUE O CORAÇÃO ESTA CHEIO, conforme os noticiários do mundo a revista francêsa Charlie Hebdo vinha a 10 anos fazendo criticas e ofensas ao islamismo e outras religiões inclusive a cristã, e suas matérias sempre eram apimentadas com muito sarcasmo por conta dos humoristas daquele jornal. Diferente de outras religiões o ISLÃ tem uma lima dura e radical quando se refere a sua religião. O atentado ao prédio da revista ‘Charlie Hebdo’, em Paris, na França, milhares de pessoas começaram a publicar mensagens de repúdio ao terrorismo. Nas redes sociais, muitas pessoas publicaram a frase “Je Suis Charlie” (Eu Sou Charlie), em alusão a uma campanha contra os atentados, que foi fomentada até mesmo por celebridades. A campanha foi questionada por varios cristão como é o meu caso,  não é possível um cristão se declarar como um “Charlie”, visto que os cartunistas da publicação francesa ridicularizam a fé de diversas religiões, incluindo o cristianismo. 

Em nosso país a maioria esmagadora crê em uma força superior que nos move e a este dão o nome de Deus, como pode num país de católicos, evangélicos e outras religiões que creem em Deus, serem a favor da "Revista Charlie". Os desenhos feitos pelos cartunistas da revista constantemente ridicularizam não só a fé islâmica, como também a fé cristã. 

A ‘Charlie Hebdo’ já “publicou na capa de sua revista uma caricatura do Espírito Santo, tendo relação sexual com Jesus e com Deus, num trenzinho, fazendo apologia ao Casamento Gay”.
Por isso eu declaro aqui que não sou a favor da violência, mas também DECLARO QUE NÃO SOU A FAVOR DO CHARLIE,  e como é de coração dos cristãos temos orado para a violência acabe em qualquer âmbito, mas estes meios de comunicação também tem que fazer sua parte senão o que vai sobrar para eles é atentados vindo das religiões extremistas.

O que nos consola é ter Jesus do nosso lado e pessoas como a Camile e Natália uma que ajudou e outra que foi ajudada, crianças, dando o exemplo que não precisamos ofender a  religião de ninguém estendendo as mãos sem se preocupar em se promover com os principios dos outros, quem sabe assim a Revista Charlei aprendam com as crianças.

Hugo Paiva.  

Salmos 133:1
Óh, quão bom e suave que os irmãos vivam em união.