Política de Combate as drogas, Tipos de Drogas Existentes, Casas; Clínicas e Comunidades Terapêuticas para Recuperação de Usuários, Apoio Espiritual as Famílias, Ensino, Reabilitação e Projetos de Inclusão aos Ex-usuários . #DEUS É FIEL#
A droga se faz amiga, mas ela quer sua vida
A droga se faz amiga, mas ela quer sua vida
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Hino Nacional Religioso da Africa
Esta canção foi originalmente composta como um hino religioso por Enoch Sontonga,
professor da missão metodista em Johannesburg, de etnia xhosa, em 1897.
Em 1927 versos foram adicionados por Samuel E. Mghayi, de etnia sesoto.
Vista como hino de luta contra o regime de segregação racial (apartheid),
chegou a ser proibido sua execução pública por
"exacerbar o nacionalismo bantu" indo contra a política oficial de
desunir as tribos para dominá-las. Propositadamente cantada de modo tradicional e
nas três linguas mais faladas pelos sul africanos negros,
se tornou a música simbolo da luta contra o racismo africano.
É hoje parte do hino nacional da África do Sul e desde 1925 é Hino do Congresso Nacional Áfricano.
professor da missão metodista em Johannesburg, de etnia xhosa, em 1897.
Em 1927 versos foram adicionados por Samuel E. Mghayi, de etnia sesoto.
Vista como hino de luta contra o regime de segregação racial (apartheid),
chegou a ser proibido sua execução pública por
"exacerbar o nacionalismo bantu" indo contra a política oficial de
desunir as tribos para dominá-las. Propositadamente cantada de modo tradicional e
nas três linguas mais faladas pelos sul africanos negros,
se tornou a música simbolo da luta contra o racismo africano.
É hoje parte do hino nacional da África do Sul e desde 1925 é Hino do Congresso Nacional Áfricano.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Consumo de bebidas alcoólicas: doença ou diversão?
Foto: notas do dia .com
Se prevenir é o melhor remédio, você já parou para pensar a quantas anda o seu consumo atual de bebida alcoólica?
Se prevenir é o melhor remédio, você já parou para pensar a quantas anda o seu consumo atual de bebida alcoólica?
Como será que o chopinho consumido no fim de semana ou a taça de vinho de todos os dias está contribuindo para a sua saúde?
Sabe-se que o alcoolismo é hoje um problema de saúde pública, o fato é que toda a responsabilidade sempre foi colocada sobre aquele que chamamos de dependente do álcool. Aquele sujeito que aos olhos da sociedade já está doente, que tem difícil recuperação, que muitas vezes é mal julgado moralmente. Porém, este conceito está cada vez mais ultrapassado.
Pesquisas têm demonstrado que para o dependente já existem perspectivas de tratamento desde que ele e sua família resolvam assumir a doença e seu tratamento.
Este texto visa refletir sobre a ponta submersa do iceberg, aquelas pessoas que consomem bebidas alcoólicas despreocupadamente, mas que podem potencialmente vir a serem prejudicadas se este consumo não for controlado.
Álcool, doenças, acidentes e violência:
Pesquisas indicam que o consumo de álcool está ligado a incêndios, afogamentos, acidentes de trânsito, acidentes de trabalho (operação de máquinas), suicídios, quedas, acidentes com barcos, jet-ski, assaltos, brigas, violência doméstica e contra crianças, estupro, comportamento agressivo, nervosismo, resfriados, risco elevado de pneumonia, doenças do fígado (cirrose), pancreatite, tremor nas mãos, dormências, perda de memória, envelhecimento precoce, câncer de boca e faringe, insuficiência cardíaca, anemia, câncer de mama, úlcera gástrica, gastrite, hemorragia digestiva, deficiência de vitaminas, diarréia, má nutrição, disfunção erétil, risco de má formação do feto em gestantes e nascimento de filhos com retardo mental.
Assim, o consumo de bebidas alcoólicas de alto risco além de reduzir o tempo de vida da pessoa, de consumir sua qualidade de vida também pode produzir acidentes ou incidentes com lesões graves e morte!
As bebidas são diferentes umas das outras.
Você sabe qual a quantidade de álcool nos diferentes tipos de bebidas?
Você sabe o que é uma dose padrão?
- 1 tulipa de chope = 350 ml = 12 g de álcool
- 1 taça de vinho = 140 ml = 12 g de álcool
- 1 dose de pinga, conhaque, uísque, etc = 40 ml = 12 g de álcool
Conclui-se que em doses normais essas bebidas contem aproximadamente a mesma quantidade de álcool puro.
Não se deve beber quando:
- Estiver dirigindo veículos ou operando máquinas;
- Durante a gravidez e a amamentação;
- Estiver cuidando de crianças;
- Estiver sob uso de determinados medicamentos (seu médico deve orientar);
- Em vigência de certas doenças (seu médico deve orientar);
- Você não consegue se controlar quando ingere bebidas alcoólicas;
- Estiver portando armas ou quando se é responsável pela segurança de outras pessoas.
Deve-se parar de beber quando:
- Tentou diminuir o consumo e não conseguiu;
- Sofre de tremores nas mãos pela manhã;
- Está grávida ou apresenta pressão alta ou outra doença;
- Está ingerindo medicação.
O seguinte teste ajuda a avaliar seu consumo de bebidas alcoólicas e faz você refletir sobre isso e se é necessário mudar.
AUDIT – Teste para Identificação de Problemas Relacionados ao Uso de Álcool
(Versão Auto-Aplicável)
Após responder o questionário, faça a contagem da pontuação indicada em cada parêntesis e, no final, calcule o total.
1. Com que freqüência você consome bebidas alcoólicas?
Nunca ( ) 0 ponto
Uma vez por mês ou menos ( ) 1ponto
4 vezes por mês ( ) 2
3 vezes por semana ( ) 3
4 ou mais vezes por semana ( ) 4
Uma vez por mês ou menos ( ) 1ponto
4 vezes por mês ( ) 2
3 vezes por semana ( ) 3
4 ou mais vezes por semana ( ) 4
2. Quantas doses de álcool você consome num dia normal?
0 ou 1 ( ) 0
2 ou 3 ( ) 1
4 ou 5 ( ) 2
6 ou 7 ( ) 3
8 ou mais ( ) 4
2 ou 3 ( ) 1
4 ou 5 ( ) 2
6 ou 7 ( ) 3
8 ou mais ( ) 4
3. Com que freqüência você consome cinco ou mais doses em uma única ocasião?
Nunca ( ) 0
Menos que uma vez por mês ( ) 1
Uma vez por mês ( ) 2
Uma vez por semana ( ) 3
Quase todos os dias ( ) 4
Menos que uma vez por mês ( ) 1
Uma vez por mês ( ) 2
Uma vez por semana ( ) 3
Quase todos os dias ( ) 4
4. Quantas vezes ao longo dos últimos doze meses você achou que não conseguiria
parar de beber uma vez tendo começado?
Nunca ( ) 0
Menos que uma vez por mês ( ) 1
Uma vez por mês ( ) 2
Uma vez por semana ( ) 3
Quase todos os dias ( ) 4
Menos que uma vez por mês ( ) 1
Uma vez por mês ( ) 2
Uma vez por semana ( ) 3
Quase todos os dias ( ) 4
5. Quantas vezes ao longo dos últimos doze meses você não conseguiu fazer o que
era esperado de você por causa do álcool?
Nunca ( ) 0
Menos que uma vez por mês ( ) 1
Uma vez por mês ( ) 2
Uma vez por semana ( ) 3
Quase todos os dias ( ) 4
Menos que uma vez por mês ( ) 1
Uma vez por mês ( ) 2
Uma vez por semana ( ) 3
Quase todos os dias ( ) 4
6. Quantas vezes ao longo dos últimos doze meses você precisou beber pela
manhã para poder se sentir bem ao longo do dia após ter bebido bastante no dia anterior?
Nunca ( ) 0
Menos que uma vez por mês ( ) 1
Uma vez por mês ( ) 2
Uma vez por semana ( ) 3
Quase todos os dias ( ) 4
Menos que uma vez por mês ( ) 1
Uma vez por mês ( ) 2
Uma vez por semana ( ) 3
Quase todos os dias ( ) 4
7. Quantas vezes ao longo dos últimos doze meses você se sentiu culpado
ou com remorso após ter bebido?
Nunca ( ) 0
Menos que uma vez por mês ( ) 1
Uma vez por mês ( ) 2
Uma vez por semana ( ) 3
Quase todos os dias ( ) 4
Menos que uma vez por mês ( ) 1
Uma vez por mês ( ) 2
Uma vez por semana ( ) 3
Quase todos os dias ( ) 4
8. Quantas vezes ao longo dos últimos doze meses você foi incapaz de lembrar
o que aconteceu devido à bebida?
Nunca ( ) 0
Menos que uma vez por mês ( ) 1
Uma vez por mês ( ) 2
Uma vez por semana ( ) 3
Quase todos os dias ( ) 4
Menos que uma vez por mês ( ) 1
Uma vez por mês ( ) 2
Uma vez por semana ( ) 3
Quase todos os dias ( ) 4
9. Você já causou ferimentos ou prejuízos a você mesmo ou a outra pessoa após ter bebido?
Não ( ) 0
Sim, mas não no último ano ( ) 2
Sim, durante o último ano ( ) 4
Sim, mas não no último ano ( ) 2
Sim, durante o último ano ( ) 4
10. Alguém ou algum parente, amigo ou médico, já se preocupou com o fato de você
beber ou sugeriu que você parasse?
Não ( ) 0
Sim, mas não no último ano ( ) 2
Sim, durante o último ano ( ) 4
Sim, mas não no último ano ( ) 2
Sim, durante o último ano ( ) 4
Interpretação:
- Menos de 7 pontos
baixo risco ou abstêmios (75% das pessoas)
- De 8 a 15 pontos
uso de risco
- De 16 a 19 pontos
uso nocivo
- 20 pontos ou mais
provável dependência (5% das pessoas)
Fonte : PAI-PAD-HCRP-FMRP-USP – Site: www.fmrp.usp.br/paipad
Em caso de resultado acima de 8 procure ajuda com um profissional de saúde para orientações mais detalhadas.
Referências:
- PAI-PAD-HCRP-FMRP-USP – Site: www.fmrp.usp.br/paipad
- Formigoni MLOS. A intervenção breve na dependência de drogas: a experiência brasileira. São Paulo, SP, Brasil: Contexto; 1992.
- Marques ACPR. Comparação da efetividade da terapia comportamental-cognitiva breve individual e em grupo no tratamento de dependentes de álcool ou outras drogas [Thesis]. Universidade Federal de São Paulo; 1997.
- Oliveira MS. Eficácia da intervenção motivacional em dependentes do álcool /The efficacy of motivational intervention in alcohol dependents [Thesis]. Universidade Federal de São Paulo; 2000.
Fonte :orientacoesmedicas.
sábado, 24 de dezembro de 2011
Churrasco - Carnes Nobres - Mapa do BOI
Quarto Dianteiro : 1. Pescoço - 2. Acém - 3. Peito - 4. Braço / Paleta -
16. Músculo - 21. Cupim
Quarto Trazeiro
5. Fraldinha
6. Ponta de Agulha
7. Filet Mignon
8. Filet de Costela
9. Contrafilet ou Filet de Lombo
10. Capa de Filet
11. Alcatra
12. Patinho
13. Coxão Duro
14. Coxão Mole
15. Lagarto
16 e 17. Músculo
18. Aba de Filet (vazio)
19. Maminha
20. Picanha
5. Fraldinha
6. Ponta de Agulha
7. Filet Mignon
8. Filet de Costela
9. Contrafilet ou Filet de Lombo
10. Capa de Filet
11. Alcatra
12. Patinho
13. Coxão Duro
14. Coxão Mole
15. Lagarto
16 e 17. Músculo
18. Aba de Filet (vazio)
19. Maminha
20. Picanha
Picanha:
Facilmente reconhecida pela manta de gordura que a cobre por inteiro, e que não deve ser tirada para assar. A parte de baixo é coberta por uma nervura prateada, em quase toda a sua extensão, e que deve ser retirada de a carne ir ao fogo. A picanha pesa entre 1kg e 1,5kg, portanto se você
encontrar picanhas maiores à venda saiba que na verdade há uma parte de coxão duro que não foi separada do corte sendo vendida junto.
Contrafilé:
Também conhecido como filé curto ou lombo desossado; É macio, tem sabor acentuado e muito suco. Na parte de cima apresenta um subcorte, com muita gordura e sebo, que deve ser retirado. Deve ser servido mal passado, no máximo ao ponto.
Alcatra:
Está localizado na parte traseira do boi, junto ao dorso. Evite corte finos, porque a carne resseca fácil. A parte de dentro, chamada coração da alcatra, é o melhor pedaço para churrasco.
Maminha:
Também conhecida como ponta de alcatra. Aceita ser servida um pouco mal passada.
Filé Mignon:
O mais nobre dos cortes, caracteriza-se pela maciez e sabor adocicado. Não é muito indicado para churrasco, mas pode funcionar quando preparado na grelha (sempre em pedaços grandes ou inteiro).
Pamplona:
Especialidade uruguaia tradicionalmente preparada com o coração do filé mignon recheado por tempero verde. Hoje é feita também com lombo de porco e filé de frango.
Costela:
Em duas versões, minga e ripa. A minga sai da parte de baixo da caixa torácica, formada por ossos mais finos e muitas cartilagens, é mais entremeada de gorduras e carnes. A ripa é aquela da parte de cima do boi, junto ao dorso. Tem ossos maiores e mais largos e a carne mais seca. As duas devem ir à brasa com o lado do osso virado para baixo. Só depois de bem assadas, devem ser
viradas. Deve ser servida ao ponto.
Fraldinha:
É a ponta com carne de costela minga. É muito saborosa, mas deve ser cortada grossa.
Granito:
É a carne de peito e vem com osso e muita gordura. Deve ser assada com bastante calor e por muito tempo. Na hora de servir, deve ser retirada a gordura, em geral amarelada.
Chuleta:
Parente do americano T Bone Steak e do entrecóte francês. É muito saborosa e entremeada de gorduras.
Carne de porco:
Lombinho:
É recomendável retirar o excesso de gordura antes de levá-lo ao fogo. Deve ser servido bem assado, mas não ressecado. Para cobrí-lo com queijo, na hora que estiver assado, abaixe-o bem para que se aproxime das brasas e fique estalando de tão quente, retire, pincele com azeite e polvilhe com o queijo, pressionando com as mãos. Devolva ao fogo para dourar.
Pernil:
Pode ser cortado em grossas rodelas ou assado inteiro. Deve ser mantido numa marinada e levado ao fogo envolto em papel-aluminio para que asse por dentro. Depois o papel é retirado para que doure.
Costelinhas:
Geralmente tem muita gordura e pouca carne, o que representa baixo rendimento. Deve ser servida
acompanhada de farinha ou mandioca.
Carne de frango:
Galeto:
Com cerca de 800gr é abatido com um mês de vida, é levado inteiro ao espeto, apenas aberto ao meio. O galetinho tem apenas 500gr e 25 dias de vida e é conhecido na região italiana como al primo canto. Pode ser marinado em tempero.
Coração (acrescentado por mim):
Espetinhos de coração de frango são muito saborosos para o aperitivo e mesmo para integrar o cardápio da refeição principal.
Carne de cordeiro:
Ovelha:
Apesar de a carne ser, na maioria das vezes, de cordeiro jovem (e média cinco ou seis meses), castrado, é associada à carne de ovelha. Costela, carrê, paleta e pernil são os cortes preferidos. Costuma ser mantido em vinho d'alho, antes de assar. Exige paciência do assador, porque deve ser assada lentamente.
Cabrito:
Apesar de ser uma tradição em Portugal e na Itália, no Brasil a carne apenas agora está conquistando apreciadores. Deve ser preparada com a mesma técnica da carne de ovelha, mas é bem mais magra do que ela.
Espetos alternativos:
Xixo:
De origem árabe, onde recebe o nome de "shish kebab", tem como vantagem oferecer várias opções em um só espeto. Uma boa combinação é de carne de boi (alcatra, filé mignon ou contrafilé) lombinho de porco, salsichão ou lingüiça calabresa, peito de frango, cebola, pimentões coloridos e tomate. Pode ser temperado apenas com sal grosso e um fio de azeite de oliva.
Nota: Eu gosto muito de costela, que, dependendo do tipo, pode ser um corte barato. Também adoro picanha e entrecot, mas são cortes um pouco mais caros. Cortes como maminha, alcatra e filé mignon, além de bem mais caros, são difíceis de assar porque, como não têm gordura, correm o risco de ficar ressecados. E a carne de ovelha, apesar de ser muito saborosa, tem o inconveniente da gordura.
Facilmente reconhecida pela manta de gordura que a cobre por inteiro, e que não deve ser tirada para assar. A parte de baixo é coberta por uma nervura prateada, em quase toda a sua extensão, e que deve ser retirada de a carne ir ao fogo. A picanha pesa entre 1kg e 1,5kg, portanto se você
encontrar picanhas maiores à venda saiba que na verdade há uma parte de coxão duro que não foi separada do corte sendo vendida junto.
Contrafilé:
Também conhecido como filé curto ou lombo desossado; É macio, tem sabor acentuado e muito suco. Na parte de cima apresenta um subcorte, com muita gordura e sebo, que deve ser retirado. Deve ser servido mal passado, no máximo ao ponto.
Alcatra:
Está localizado na parte traseira do boi, junto ao dorso. Evite corte finos, porque a carne resseca fácil. A parte de dentro, chamada coração da alcatra, é o melhor pedaço para churrasco.
Maminha:
Também conhecida como ponta de alcatra. Aceita ser servida um pouco mal passada.
Filé Mignon:
O mais nobre dos cortes, caracteriza-se pela maciez e sabor adocicado. Não é muito indicado para churrasco, mas pode funcionar quando preparado na grelha (sempre em pedaços grandes ou inteiro).
Pamplona:
Especialidade uruguaia tradicionalmente preparada com o coração do filé mignon recheado por tempero verde. Hoje é feita também com lombo de porco e filé de frango.
Costela:
Em duas versões, minga e ripa. A minga sai da parte de baixo da caixa torácica, formada por ossos mais finos e muitas cartilagens, é mais entremeada de gorduras e carnes. A ripa é aquela da parte de cima do boi, junto ao dorso. Tem ossos maiores e mais largos e a carne mais seca. As duas devem ir à brasa com o lado do osso virado para baixo. Só depois de bem assadas, devem ser
viradas. Deve ser servida ao ponto.
Fraldinha:
É a ponta com carne de costela minga. É muito saborosa, mas deve ser cortada grossa.
Granito:
É a carne de peito e vem com osso e muita gordura. Deve ser assada com bastante calor e por muito tempo. Na hora de servir, deve ser retirada a gordura, em geral amarelada.
Chuleta:
Parente do americano T Bone Steak e do entrecóte francês. É muito saborosa e entremeada de gorduras.
Carne de porco:
Lombinho:
É recomendável retirar o excesso de gordura antes de levá-lo ao fogo. Deve ser servido bem assado, mas não ressecado. Para cobrí-lo com queijo, na hora que estiver assado, abaixe-o bem para que se aproxime das brasas e fique estalando de tão quente, retire, pincele com azeite e polvilhe com o queijo, pressionando com as mãos. Devolva ao fogo para dourar.
Pernil:
Pode ser cortado em grossas rodelas ou assado inteiro. Deve ser mantido numa marinada e levado ao fogo envolto em papel-aluminio para que asse por dentro. Depois o papel é retirado para que doure.
Costelinhas:
Geralmente tem muita gordura e pouca carne, o que representa baixo rendimento. Deve ser servida
acompanhada de farinha ou mandioca.
Carne de frango:
Galeto:
Com cerca de 800gr é abatido com um mês de vida, é levado inteiro ao espeto, apenas aberto ao meio. O galetinho tem apenas 500gr e 25 dias de vida e é conhecido na região italiana como al primo canto. Pode ser marinado em tempero.
Coração (acrescentado por mim):
Espetinhos de coração de frango são muito saborosos para o aperitivo e mesmo para integrar o cardápio da refeição principal.
Carne de cordeiro:
Ovelha:
Apesar de a carne ser, na maioria das vezes, de cordeiro jovem (e média cinco ou seis meses), castrado, é associada à carne de ovelha. Costela, carrê, paleta e pernil são os cortes preferidos. Costuma ser mantido em vinho d'alho, antes de assar. Exige paciência do assador, porque deve ser assada lentamente.
Cabrito:
Apesar de ser uma tradição em Portugal e na Itália, no Brasil a carne apenas agora está conquistando apreciadores. Deve ser preparada com a mesma técnica da carne de ovelha, mas é bem mais magra do que ela.
Espetos alternativos:
Xixo:
De origem árabe, onde recebe o nome de "shish kebab", tem como vantagem oferecer várias opções em um só espeto. Uma boa combinação é de carne de boi (alcatra, filé mignon ou contrafilé) lombinho de porco, salsichão ou lingüiça calabresa, peito de frango, cebola, pimentões coloridos e tomate. Pode ser temperado apenas com sal grosso e um fio de azeite de oliva.
Nota: Eu gosto muito de costela, que, dependendo do tipo, pode ser um corte barato. Também adoro picanha e entrecot, mas são cortes um pouco mais caros. Cortes como maminha, alcatra e filé mignon, além de bem mais caros, são difíceis de assar porque, como não têm gordura, correm o risco de ficar ressecados. E a carne de ovelha, apesar de ser muito saborosa, tem o inconveniente da gordura.
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