A droga se faz amiga, mas ela quer sua vida

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terça-feira, 22 de maio de 2012

História da Assembléia de Deus Madureira na Região de São Mateus


Nos anos de 1947/48, o irmão Juvelino, membro da Congregação de Jd. Santo Estevão, Ministério de Madureira, Campo do Brás, morador da região de olarias em São Mateus, viu a ocasião em que foi feito o primeiro culto ao ar livre.

Era dia propício, pois o Senhor havia separado este lugar para Sua obra. Uma caravana vinda da dita congregação de Jd. Santo Estevão esteve dirigindo este abençoado culto onde diversas pessoas ouviram falar do amor de Deus e, logo começaram os cultos numa olaria onde residia e trabalhava a família de irmão Zeferino Antunes da Silva. O dirigente da congregação em Jd. Santo Estevão, à época era o irmão PB Antonio Ianoni, que enviou diversos obreiros para dirigir cultos neste ponto de pregação, entre eles os irmãos Domingos de Melo, Vicente, Dalmo, Benedito Ribeiro, José Pinto, hoje presidente da Assembléia de Deus Ministério de Madureira em Arujá – SP, José Ferreira, João Guarda, Josias Baptista e outros.

O primeiro lugar fixo de cultos, depois da olaria, foi uma casa alugada no bairro de Nove de Julho, sendo o proponente do aluguel o irmão João Feliciano Gomes, hoje pastor auxiliar na Assembléia de Deus Ministério de Madureira em Osasco – SP.

Foi o irmão Josias Batista quem comprou a primeira propriedade da Igreja, na Avenida Mateo Bei, 2967, à época apenas uma estrada de servidão para carro de boi, mesmo porque não existia urbanização por aqui, apenas sítios, chácaras e olarias, sendo designado para dirigir este trabalho o irmão DC Moisés de Castro, hoje presidente do Campo da Assembléia de Deus - Ministério de Madureira em Piracicaba – SP.

O trabalho floresceu, cresceu e ganhou corpo. A propriedade na Avenida Mateo Bei era uma casa pequena, de companhia que fora transformado num bar e, depois de vendida à Igreja, passou a ser o local oficial de cultos na região. A casa recebeu pequenas reformas, tirando-se as paredes internas transformou-se numa boa congregação.

As primeiras pessoas a congregarem-se em São Mateus foram Zeferino Antunes da Silva, Maria Benedita de Jesus Silva, Benedita Antunes da Silva, Áurea Antunes da Silva, José Antunes da Silva, Zenaide Antunes da Silva, Benedito Antunes da Silva, irmão Lázaro Balbino, irmã Ana de Jesus Balbino, Maria José de Lucas e família, hoje dirigente do círculo de oração da abençoada Igreja do Relógio, irmão João Cruz e família, o doador do terreno do Jd. Colonial, Moisés Batista dos Santos entre outros tantos ilustres servos de Deus.

O irmão Zeferino, que se convertera num momento difícil, quando seu filho estava doente e os crentes vieram orar, passou a evangelizar na região ganhando diversas pessoas para Jesus, entre as quais os irmãos Adarci de Oliveira e família, Álvaro Maceió e família, João Ferreira (o da Sanfona) e família, irmão Virgulino e família, entre outros.

Num dia de culto, foram convidados os vizinhos, moradores das olarias para virem à congregação que viria um enviado do Jd. Santo Estevão. Choveu muito e as pessoas chegaram para ouvirem o pregador que não chegou, pois o lamaçal e a chuva torrencial impediu. O irmão Sebastião perguntou ao irmão Zeferino o que fariam, já que haviam 20 pessoas convidadas esperando. A resposta foi honrada pelo Espírito Santo – “Não faremos nada, Jesus fará tudo” - o irmão Sebastião leu um texto, falou um pouco, as adolescentes Benedita e Áurea cantaram, cheias do Espírito Santo, sem instrumento, à luz de lampião. O irmão Zeferino abriu então a bíblia em São João 14 e pregou na unção de Deus. As 20 pessoas ali aceitaram a Jesus como Salvador. Aleluia.

Quando o loteamento do Jd. Colonial começou, a igreja recebeu por doação uma área onde foi construído o primeiro templo da Igreja em São Mateus. O doador do lote foi o irmão João Cruz. A construção foi liderada pelo servo de Deus, pastor Moisés de Castro que, com muita dificuldade a levou até o fim.

Lembramos aqui do irmão João Gonçalves que doou os tijolos da construção do Jd. Colonial por duas vezes, pois cairam as paredes durante a construção.

Os trabalhos de Avaré e Ourinhos são desta época, abertos pelo pastor Moisés de Castro. EM Avaré foi empossado naquela época o irmão Benedito Frauline.

Terminada a empreitada de construção da congregação de Jd. Colonial, iniciou-se a construção da IGREJA DO RELÓGIO. Era sob a orientação de Deus.

Toda a planta, o modelo e tudo mais, por revelação de Deus. As dificuldades foram muitas, houve privações e sofrimento dos irmãos, todavia o Senhor Jesus deu provisão em tudo, Glórias a Deus. Houve uma irmã por nome Vitalina, viúva, que vendeu sua casa e doou os materiais para o término da construção da Igreja do Relógio, seguindo orientação de Deus e movida pelo amor à obra e causa do evangelho. O relógio da igreja foi sua doação. Ela passou a morar na casa da igreja até sua partida para a glória de Deus. O pedreiro responsável foi o irmão Geraldo Romão. O Carpinteiro foi o irmão Francisco, morador dos fundos do antigo templo.

Os irmãos fabricavam tijolos ali mesmo no local, esforçavam-se e Deus os honrou. Lembramos aqui do irmão José Egídio, muito amável, que era o responsável pela comissÃo de visitas e trouxe muitas alegrias a São Mateus. O irmão José Picolli, como bom marceneiro muito contribuiu fazendo os forros das congregações.

A família de irmã Minelvina, Mãe do Evangelista Naézio Olímpio da Silva, Presbítero Josenildo Medeiros da Silva chegou a São Mateus em 1959, vindos da cidade de Guariba – SP.

Outros vinham se somando ao grupo que crescia a cada dia, a exemplo da irmã Maria Dantas, que era possuidora de grande parte da área do largo de São Mateus, desde 1945, veio unir-se conosco em 1963, sendo hoje a praça Felisberto F. da Silva em memória e honra de seu esposo. A IRMÃ Maria Dantas dirige seu período de oração pela manhã há mais de 39 anos, sempre guerreira sem faltar, mesmo com chuva ou sol. É uma referência.

A irmã Maria Moraes e seu esposo irmão Geraldo Romão de Moraes que estão conosco desde 1956, sempre na região do Quarto Centenário, viram o inicio da benção de Deus aqui. O irmão Geraldo Romão de Moraes foi o pedreiro responsável pela construção da Igreja do Relógio. A congregação do Jd. Quarto Centenário teve inicio na casa destes irmãos.

O primeiro batismo realizado em São Mateus foi no rio Aricanduva em 1964, próximo à rua 102, hoje rua Tita Rufo.

Os primeiros obreiros de nosso campo foram os irmãos Zeferino Antunes da Silva, Lázaro Balbino e João Ferreira (o da sanfona), além dos abençoados irmãos Ev. Francisco Alves de Lucena, militar que comandava transito para os desfiles tradicionais na Av. Mateo Bei. Também o Presbítero Luiz Moises, homem íntegro, dos primórdios do trabalho. Lembramos também do Ev. Antonio de Pádua, uma linda marca de fidelidade em nosso abençoado campo. Irmão Antonio Nicácio, dos fundadores do trabalho na região de Vila Nova York e Vila César. O irmão Sebastião Caetano, o Ev. José Maria, que cedeu sua casa para o inicio do trabalho em Jd. Santa Terezinha, em 1966, entre outros ilustres como o Pastor Manoel de Souza, que dirige congregações pelo nosso campo desde 1966. Lembramos, também do Pr. Manoel Alves de Oliveira, ilustre companheiro que até hoje cuida da manutenção do Relógio de nossa Igreja. Temos ainda o irmão Pastor Florindo Felisbino, membro aqui desde 1964. Também os irmãos José Cipriano e Joaquim Cipriano.

O irmão João Ferreira ( o da sanfona )ainda se lembra da mensagem pregada pelo pastor Zeferino no dia de sua conversão: São Mateus 11:28 – “vinde a mim...” Ele foi consagrado presbítero em 17/07/1960.

Ainda em fase de acabamento, o ministério transferiu para São Mateus o pastor Antonio Ianoni. Foi este quem concluiu a construção da Igreja do Relógio, fazendo sua inauguração em 07/09/1967, com a presença inclusive do Sr. Prefeito municipal da época Dr. Faria Lima. A emancipação chegou em 1964, tornando-se campo autônomo, ligado diretamente à nossa CONVENÇÃO NACIONAL DE MADUREIRA. O representante do Pastor Paulo Leivas Macalão foi o ilustre pastor Otavio José de Souza.

A Umadesma que é um dos órgãos mais antigos de nossa igreja fazia cultos ao ar livre constantemente. O líder dos cultos ao ar livre era o irmão Zenildo. Quantos desfiles pararam a av. Mateo Bei, e quantas pessoas se entregaram para Jesus. Deus os recompense.

Há histórias lindas aqui, como a do irmão Aparecido Rezende, que hipotecou sua casa para o término da construção da congregação do Jd. Nove de Julho.

Vamos lembrar de uma interessante: O irmão Gilberto Alves de Paula, que cresceu na Igreja em São Mateus, foi líder da Umadesma, tesoureiro e vice presidente, foi lembrado por uma ocasião em que, como Jesus perdera-se da mãe, A irmã Maria do Carmo ao chegar em casa voltou para busca-lo encontrando o irmão Gilberto, dormindo no templo. Hoje o ilustre servo de Deus, pastor Gilberto de Paula é o presidente do magnífico campo das Assembléias de Deus de Madureira em Osasco.

Outra como a do irmão Adarci Oliveira que se entregou para Jesus, num culto ao ar livre, depois de enfrentar com um grupo os crentes no Jd. Guarani, mas ao ouvirem a oração feita para Jesus abençoa-los, depôs os paus e se entregou para Jesus.

Outra como a do irmão João da Sanfona que tocou nos cultos durante dois anos antes de se converter a Jesus Cristo, mas não perdia culto.

Vejam esta: O irmão Francisco Olímpio, em memória, tinha seu lugar cativo, mas às vezes quando chegava o seu lugar estava ocupado, ele então resolveu o problema. Trouxe uma cadeira de casa. Mesmo que a Igreja lotasse, ele tinha seu lugar.

Olhem esta: Nosso Pastor Paulo Leivas Macalão, fundador do Ministério de Madureira esteve uma única e memorável vez em São Mateus. Naquela ocasião perguntou quem seria um tal Naézio, pois figurava em quase todas as atas, dando trabalho.

Hoje graças a Deus é um dos maiores colaboradores da obra.

Outra como a do irmão José Antunes, nosso primeiro maestro, que no dia da inauguração da congregação do Jd. Colonial começou seu namoro com a irmã Maria José, hoje líder do conjunto de senhoras da Sede, e no inicio do trabalho da congregação do Quarto Centenário, ficou noivo com ela e hoje, casados há muitos anos louvam a Deus juntos conosco.

Foram presidentes deste abençoado campo os seguintes, nesta ordem:

01 - Pastor Antonio Ianoni.
02 - Pastor Lupércio Vergniano.
03 - Pastor Antonio Pastori.
04 - Pastor José Eduardo Modesto.
05 - Pastor Miguel Bento.
06 - Pastor José Joaquim Alves.
07 - Pastor Moacir Ferreira.
08 - Pastor Perácio Grilli.
09 - Pastor Manoel Ferreira.
10 - Pastor Moacir Paulo de Oliveira.
11 - Pastor Aparecido Dias.
12 - Pastor Deiró de Andrade.

Todos deram sua contribuição de alguma forma, sendo hoje visto um grande trabalho, graças a Deus.

Dirigimos aqui uma palavra de agradecimento a Deus por todos estes e em especial o irmão Aparecido Dias, ilustre servo de Deus que pode, sem sombra de dúvida congratular-se por ser um verdadeiro filho de DEUS – ( Mateus 5:9).


A Deus, dono e Senhor da Obra, provedor e mantenedor das bênçãos aos fieis, Seja toda glória na Igreja, por Jesus Cristo nosso Salvador.

Louvamos a Deus pela vida de cada membro e congregado da igreja, cada obreiro que, com grandes esforços tem se aplicado na obra de Deus.

Deus seja louvado pela diretoria de nosso campo formada por homens íntegros e leais, fieis a Deus e sua obra.

AMADOS, COM CERTEZA HÁ OUTROS IRMÃOS FIEIS, LEAIS EM TUDO, ILUSTRES E MARAVILHOSOS QUE NÃO FIGURAM AQUI.
 
COM CERTEZA FIGURAM NOS LIVROS DE MEMÓRIA DIANTE DO SANTO TRONO DE DEUS, NOSSO PAI. LOUVAMOS A DEUS PELA VIDA DE CADA UM DELES E ORAMOS PARA QUE DEUS OS RECOMPENSE COM AS MELHORES, MAIORES E MAIS ESCOLHIDAS BENÇÃOS.
Deus Abençõe a todos.



terça-feira, 15 de maio de 2012

Evangelização - A mais árdua tarefa da igreja! Pr Deiró de Andrade.


                       PALAVRA DO MEU PASTOR DEIRÓ DE ANDRADE


Meus irmãos, paz do Senhor Jesus.

Estamos em Abril, mês abençoado e desafiador. Nossas atividades neste período são muito extensas e pedimos orações dos nobres servos de Deus. A tarefa de evangelização sempre tem lugar para mais um.

Temos um sonho para a Igreja de Cristo, que cada membro seja um evangelista comprometido com o reino de Cristo. Não há tarefa mais nobre para quem serve a Deus do que fazer seu nome eterno conhecido entre as pessoas de seu relacionamento e divulgação de seu bendito nome entre todos os povos.

Na última reunião geral do ministério pudemos sentir a responsabilidade da igreja e dos nobres obreiros com a missão de evangelização... Leia mais em:saomateus.org.br/site/palavra

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Somos todos afrodescendentes, atlas genético da África mostra origem do homem







A ditadura do politicamente correto decretou que os negros não são mais negros, são afrodescendentes – ou seja: descendentes de africanos. Mas, veja que coisa, todo ser humano é afrodescendente, como se pode ver pela matéria abaixo, do Ricardo Bonalume Neto, da Folha de hoje:
Atlas genético da África mostra origem do homem
Estudo de 121 populações africanas sugere que todas descendem de 14 grupos. Varredura também indica que humanos modernos surgiram entre Angola e Namíbia há 200 mil anos e depois colonizaram o globo. Diversidade genética entre africanos é a mais alta do planeta.
Levou uma década, mas uma equipe internacional de pesquisadores coletou amostras de material genético de 2.432 africanos de 113 populações (outras oito já haviam sido estudadas), muitas delas em locais de difícil acesso. O resultado é o mais completo atlas da diversidade genética no continente onde surgiu a humanidade.
O estudo confirma muito do que se sabe sobre migrações e distribuição de idiomas, embora traga algumas surpresas. Apesar de existirem mais de 2.000 grupos etnolinguísticos diferentes na África, representando um terço das línguas faladas na Terra, elas podem ser divididas em quatro grandes famílias. São a Níger-Cordofão (Sudão), Nilo-Saariana, Afro-asiática e Khoisan.
Mas, principalmente, a pesquisa é uma ferramenta com potencial de esclarecer os fatores de risco genéticos para várias doenças, além de servir para planejar ensaios clínicos mais representativos.
Variação genética significa também diferenças na resistência a doenças como câncer, Aids ou malária.
Os cientistas compararam os padrões de variação de 1.327 trechos do código genético de 3.000 africanos. A pesquisa está publicada hoje no periódico científico “Science”. Foram estudadas 121 populações africanas, 4 de afroamericanos e 60 de outras partes do mundo.
Apesar de hoje existirem grupos de caçadores-coletores espalhados pelo continente, a pesquisa mostrou que todos têm ancestrais comuns. De acordo com a coordenadora da pesquisa, Sarah Tishkoff, da Universidade da Pensilvânia, essa foi uma das maiores surpresas do estudo.
Estes grupos teriam uma população ancestral que começou a divergir 35 mil anos atrás.
Os dados indicam que os africanos de hoje têm origem em 14 grupos populacionais no passado. O ser humano moderno surgiu na África há 200 mil anos e migrou para o resto do globo nos últimos 100 mil anos.
Por estarem mais tempo em um continente, com populações de relativamente grandes tamanhos e adaptadas a diferentes nichos ecológicos, os africanos possuem uma maior variabilidade genética.
“Nosso objetivo era coletar DNA de uma gama significativa de populações etnicamente e geograficamente variadas na África para que pudéssemos estudar a variação genética para beneficiar os africanos, ao permitir que eles conheçam a história da suas populações e servir de base para pesquisa biomédica”, afirmou Tishkoff em entrevista coletiva.
A dificuldade de acesso e de preservação do material era um dos motivos pelos quais a África era pouco representada nos estudos genéticos. “Muitas vezes pode ser um desafio conseguir amostras de DNA de pessoas vivendo em lugares geograficamente remotos e às vezes perigosos”, disse Tishkoff.
A pesquisa envolveu muitas vezes viagens de vários dias em veículos com tração 4 X 4. “Tínhamos de trazer todo nosso equipamento, incluindo centrífugas portáteis que precisávamos ligar na bateria do carro, pois frequentemente não havia eletricidade”, disse ela.
Os dados da variação genética confirmam ainda que o “berço” da espécie humana está no sul do continente. A análise indicou também que a migração do homem moderno se originou no sudoeste africano, perto da fronteira na costa entre Namíbia e Angola.
Já o local de “saída” da África teria sido próximo do centro do mar Vermelho.
“A história de todo mundo é parte da história africana, porque todos vieram da África”, disse outro autor do estudo, Muntaser Ibrahim, da Universidade de Cartum, Sudão.

Fonte: Teoria-da-evolução/