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Política de Combate as drogas, Tipos de Drogas Existentes, Casas; Clínicas e Comunidades Terapêuticas para Recuperação de Usuários, Apoio Espiritual as Famílias, Ensino, Reabilitação e Projetos de Inclusão aos Ex-usuários . #DEUS É FIEL#
A droga se faz amiga, mas ela quer sua vida
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terça-feira, 11 de junho de 2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
PARADA GAY FAZ APOLOGIA AO NAZISMO E FACÍSMO EM CIDADE PAULISTANA
A parada Gay deste ano custou aos cofres públicos municipais mais de UM MILHÃO E SEISCENTOS MIL REAIS além de TREZENTOS MIL REAIS DE PATROCÍNIO da Petrobras, Caixa Economica Federal e Sindicato de Comerciários de São Paulo, este montão de dinheiro poderia ser investido em outras coisas mais importantes a população do nosso município mas enquanto tiver políticos ligados a agenda gay no Brasil a moçada do LGBT vai nadando em dim dim do povão, e o pior é eles posam de vitimas, leia a postagem abaixo e veremos quem realmente são essa minoria gayzista.
Um dos participantes (DJ Enrico - foto) HOMOSSEXUAL assumido leva em TODO O SEU CORPO tatuagens que fazem apologia ao nazismo e facísmo.
1 – Bandeira Confederada – Bandeira usada pelos estados escravistas do sul dos Estados Unidos durante a Guerra de Secessão ou Guerra Civil Americana (1861 -1865). É símbolo de orgulho dos sulistas racistas dos Estados Unidos.
2 – White Power (“Poder Branco”) – Este punho cerrado pode ser confundido com o símbolo tradicional da esquerda e das lutas de libertação, mas na verdade representa a mão branca do White Power racista. Foi popularizado pela banda nazi inglesa Skrewdriver.
3 – Logotipo da banda nazista inglesa Skrewdriver.
4 – O número 8 corresponde à oitava letra do alfabeto – H – e o 88 é usado pelos nazista para representar a saudação Heil Hitler (“Salve Hitler”).
5 – Cruz Celta – símbolo usado pelos White Power, em especial pelos Boneheads (pseudo-skins nazis).
6 – Cruz de Ferro –condecoração de guerra alemã que, embora tenha sido criada antes do período nazista, é um dos grandes símbolos fashion pra nazistata.
7 – Combat 18 – organização terrorista neonazi criada na Inglaterra e atuante em diversos países. O número 18 é uma referência às iniciais de Adolf Hitler.
8 – Blood and Honour – organização neonazista composta basicamente por boneheads, cujas atividades envolvem concertos de rock nazi, conhecido como RAC (Rock Against Communism) e crimes de ódio. Em sua tattoo o DJ/nazista combinou o nome da organização com a Runa Odal.
9 – Runa Odal – É o símbolo de uma religião pagã chamada Odinismo. Nem a religião nem o símbolo é racista, mas ambos foram cooptados por certos setores da extrema direita. É uma letra do alfabeto rúnico, usado pelos antigos povos germânicos e representa o som “O”. Originalmente como dito, nada tem a ver com o nazismo, mas como foi usada como símbolo de uma divisão SS, passou a ser usada pelos neonazistas.
10 – Benito Mussolini – O “inventor” do fascismo, foi ditador da Itália entre 1922 e 1943.
11 – W.A.R. - White Aryan Resistance: organização neonazi criada nos Estados Unidos por um ex-lider da Klu Klux Klan chamado Tom Metzger.
12 – Bandeira do Estado de São Paulo – como muitos outros símbolos mostrados aqui, não é racista nem fascista em sua origem, mas vem sendo apropriada por grupos de extrema direita, em geral separatistas como seus colegas fachos dos estados do Sul, que vêm criando toda uma mitologia em torno do Estado de São Paulo, sua história e seus símbolos.
Fonte: rashsp.com
Noticias/relacionadas:
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Davi o segundo Rei de Israel
David viveu algures à volta de 1050 a. C, foi o segundo rei de Israel sucedendo a Saul (sua história é relatada em detalhes nos livros de I e II a Samuel). Foi um rei popular e o homem do Antigo Testamento que mais vezes é mencionado na Bíblia. Caçula, ele foi o oitavo filho de Jessé, um habitante de Belém. O seu pai parece ter sido um homem de situação modesta. E o nome da sua mãe não se encontra registrado. Quanto à sua aparência pessoal, se sabe apenas que tinha cabelos ruivos, formoso semblante e gentil aparência.
Na narrativa bíblica, ele é descrito inicialmente como tocador de harpa na corte de Saul e ganha notoriedade ao matar em combate o gigante guerreiro filisteu Golias, ganhando o direito de se casar com a filha do rei Saul, além da isenção de impostos. Depois da morte de Saul, Davi governou a Tribo de Judá enquanto o filho de Saul, Isboset, governou o resto de Israel. Com a morte de Isboset, Davi foi escolhido o rei de toda Israel e seu reinado marcou uma mudança na realidade dos judeus: de uma confederação de tribos, transformou-se em uma nação estabelecida. Ele transferiu a capital de Hebron para Jerusalém, após conquistá-la, pois esta não tinha nenhuma lealdade tribal anterior, e tornou-a o centro religioso dos israelitas, trazendo consigo a Arca da Aliança.
Expandiu os territórios sobre os quais governou e trouxe prosperidade a Israel. Seus últimos anos foram abalados por rebeliões lideradas por seus filhos e rivalidades familiares na corte.
Foi concedido por Deus, de acordo com a Bíblia, que a monarquia israelita e judaica iria certamente vir da sua linha de descendentes. O Judaísmo Ortodoxo acredita que o Messías será um descendente do Rei David. O Novo Testamento qualifica Jesus como seu legítimo descendente : quer por uma descendência legal – era filho adotivo de José, o Carpinteiro, da tribo de Davi – quer por descendência sangüínea, já que era filho de Maria que, assim como o marido, fora recensear-se em Belém, terra de seu ancestral.
Foi sagrado rei pelo profeta Samuel ainda durante o reinado de Saul, causando ciúmes de sua parte. Por isto, David se exilou por um tempo (evitando uma rebelião contra o rei, pois confiava em Deus, e não tinha o direito de tocar no ungido do Senhor).
Deus havia ordenado por meio de Samuel que Saul destruísse completamente o povo amalequita por haverem atacado o povo de Israel durante o período do êxodo do Egito, no entanto Saul não destruiu o melhor dos despojos e o próprio rei Amalequita Agague. Por essa desobediência Samuel profetizou que Saul não seria mais o rei de Israel.
Samuel, instruído por Deus vai secretamente até a casa de Jessé para ungir um novo rei para Israel. Apesar de David ser o mais novo de seus sete irmãos ele foi o escolhido por Deus para ser ungido. A bíblia relata que nessa época um "mau espírito" atormentava Saul e seus servos buscaram alguém que soubesse tocar lira para que Saul se acalmasse.Saul se afeiçoou por David e fez dele seu escudeiro. Mais tarde quando o exército filisteu se reuniu para enfrentar os israelitas, um gigante chamado Golias desafiou o exército israelita a enviar um homem para enfrentá-lo, no entanto, os israelitas tiveram medo do gigante. David, indignando-se da vergonha que Golias trazia a Deus e a todo exército de Israel com suas palavras, decidiu enfrentá-lo.Saul ofereceu sua armadura para David, no entanto ele recusou por não ser treinado no combate com armadura e ser de pequena estatura em comparação à armadura (a Bíblia relata que Saul era particularmente alto dizendo que seus ombros sobressaíam acima do resto do povo), então Davi enfrentou Golias munido apenas de cinco pedras e uma funda. Logo no começo da batalha, Davi acertou-lhe a testa com uma pedrada e, caindo Goplias, arrancou-lhe a cabeça com a espada do próprio filisteu, já que ele, Davi, não tinha uma.
Após a vitória David foi colocado como líder de um grupo de soldados e tornou-se o melhor amigo de Jônatas, filho de Saul. Algumas passagens Bíblicas falam do grande amor e consideração que havia entre Davi e Jônatas.
Sendo David bem sucedido em todas suas missões e ganhando fama entre o povo, o rei Saul passou a invejá-lo e temeu perder o poder para David. A partir daí Saul tentou por inúmeras vezes matar David, que fugiu para salvar-se. Percebe-se nitidamente na narrativa bíblica que David sempre respeitou a unção de Saul como rei.
David fugiu para o deserto, e começaram a reunir em torno de si, todos os indesejáveis da época, a Bíblia fala que ladrões e assassinos começaram a procurá-lo, formando um pequeno contigente bélico, o qual o ajudava a se defender das investidas tanto do rei Saul, quanto de outros povos. Quando rei Saul morreu, David governou a tribo de Judá. E Isboset, filho de Saul, governou o restante de Israel. Quando Isboset morreu, David foi escolhido por Deus para governar a toda Israel. Ele foi um homem usado por Deus e fez muitas mudanças a Israel.
SHOW BENEFICENTE NA AD MADUREIRA CAMPO SÃO MATEUS-SEDE EM PROL DE IGREJA BATISTA INCENDIADA
A +UNIDOS-União das Igrejas de São Mateus e Região realizara um grande evento beneficente em prol da nossa igreja irmã Batista de São Mateus de sofreu um incêndio acidental no ultimo dia 13/05/2013, o evento acontecera na Igreja Assembléia de Deus Madureira dia 15 de Junho de 2013 a partir de 19: 00 Hrs com presença de vários artistas da música gospel.
(5) CINCO REAIS SERA COBRADO NA ENTRADA QUE DARA DIREITO AO EVENTO MUSICAL DE LOUVOR, TAMBÉM PODERA SER ADQUIRIDO INGESSOS ON LINE:
Emocionante depoimento do Pr Manoel Ramires da Igreja Batista de São Mateus a qual foi incendiada e que agradece a ajuda vinda de todas as partes
O evento na Igreja Assembléia de Deus é uma concordância do Pr Deiró de Andrade em solidariedade aos nossos irmãos em Cristo Jesus, e vem de encontro a palavra do Senhor "Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união-Salmos 133:1"
http://www.facebook.com/pages/AD-S%C3%A3o-Mateus-Oficial/246570608747658?fref=ts
FACHADA DA ASSEMBLÉIA DE DEUS NA
AV MATEO BEI, 263
VEJA OS ARTISTAS GOSPEL QUE ESTARÃO PRESENTES NO EVENTO BENEFICENTE
BANDA SERVOS
CORAL SOUL LIVRE
DIVULGUE PARA SEUS CONTATOS
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Possivel surgimento do movimento esquerda e direita
“Direita” e “esquerda” costumam apontar as diferenças ideológicas entre os políticos.
Ao ligarmos a televisão, é muito comum percebermos que as expressões “direita” e “esquerda” são comumente utilizadas para se referir a determinadas personagens e grupos políticos. De fato, poucos sabem por qual razão esses dois termos de orientação tem a função de descrever a perspectiva vigente de algum partido ou político. Para que esse questionamento seja resolvido, devemos nos deslocar até os eventos que marcaram o processo revolucionário francês, nos fins do século XVIII.
Naquela época, a chamada Assembleia Nacional Constituinte ganhou força política mediante as urgentes reformas que o país necessitava. Em geral, o governo francês estava atolado em dívidas que atingiam a sustentação econômica de amplos setores da sociedade. Com isso, não suportando a pressão daqueles tempos difíceis, o rei Luis XVI organizou uma eleição em que representantes políticos votariam novas medidas que pudessem sanar tantos problemas.
Durante essas reuniões, observamos que as tendências políticas da Assembleia Nacional se viam espacialmente distribuídas. Na ala direita do plenário, os integrantes do funcionalismo real, os nobres proprietários de terra, os burgueses enriquecidos e alguns clérigos recusavam qualquer tipo de reforma que atingisse seus antigos privilégios. Na ala esquerda do mesmo local, os membros da pequena e média burguesia e demais simpatizantes buscavam uma grande reforma que aplacasse a grave crise nacional.
Com o passar do tempo, a própria disseminação dos atos que marcaram o processo revolucionário francês determinaram a adoção dos termos “direita” e “esquerda”, segundo a divisão feita na Assembleia Nacional. Em suma, os políticos “de direita” representariam o interesse de grupos dominantes e a conservação dos interesses das elites. Por outro lado, os políticos “de esquerda” teriam uma orientação reformista baseada na conquista de benefícios às classes sociais menos privilegiadas.
Sob outra perspectiva, a utilização dos termos “direita” e “esquerda” também pode variar em função das transformações sofridas em determinado contexto político. Os partidários que se colocam contra as ações do regime vigente seriam entendidos como “de esquerda” e os defensores do governo em vigência ocupariam a ala “de direita”. Dessa forma, a determinação dos grupos políticos varia segundo os partidos ou orientação ideológica que controlam o poder central.
Atualmente, a utilização dos termos “direita” e “esquerda” nem sempre consegue definir a natureza mais ampla de um contexto político. Em muitas situações, vemos que antigos adversários políticos colocam suas ideologias de lado para alcançarem um objetivo em comum. Como exemplo, podemos indicar na história do Brasil que a chegada do Partido dos Trabalhadores, rotulado como “de esquerda”, ao governo esteve marcada por diálogos e conchavos com antigos adversários políticos “de direita”.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Fonte: http://www.brasilescola.com/politica/direita-esquerda.htm
Outras fontes de estudo:
1º http://pt.wikipedia.org/wiki/Esquerda_e_Direita_(pol%C3%ADtica)
2º http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,direita-esquerda-,1029592,0.htm
3] http://www.iabnacional.org.br/IMG/pdf/doc-1170.pdf
4º http://www.espacoacademico.com.br/043/43pra.htm
E por fim uma musiquinha pra animar: http://letras.mus.br/eliana/91145/
Ao ligarmos a televisão, é muito comum percebermos que as expressões “direita” e “esquerda” são comumente utilizadas para se referir a determinadas personagens e grupos políticos. De fato, poucos sabem por qual razão esses dois termos de orientação tem a função de descrever a perspectiva vigente de algum partido ou político. Para que esse questionamento seja resolvido, devemos nos deslocar até os eventos que marcaram o processo revolucionário francês, nos fins do século XVIII.
Naquela época, a chamada Assembleia Nacional Constituinte ganhou força política mediante as urgentes reformas que o país necessitava. Em geral, o governo francês estava atolado em dívidas que atingiam a sustentação econômica de amplos setores da sociedade. Com isso, não suportando a pressão daqueles tempos difíceis, o rei Luis XVI organizou uma eleição em que representantes políticos votariam novas medidas que pudessem sanar tantos problemas.
Durante essas reuniões, observamos que as tendências políticas da Assembleia Nacional se viam espacialmente distribuídas. Na ala direita do plenário, os integrantes do funcionalismo real, os nobres proprietários de terra, os burgueses enriquecidos e alguns clérigos recusavam qualquer tipo de reforma que atingisse seus antigos privilégios. Na ala esquerda do mesmo local, os membros da pequena e média burguesia e demais simpatizantes buscavam uma grande reforma que aplacasse a grave crise nacional.
Com o passar do tempo, a própria disseminação dos atos que marcaram o processo revolucionário francês determinaram a adoção dos termos “direita” e “esquerda”, segundo a divisão feita na Assembleia Nacional. Em suma, os políticos “de direita” representariam o interesse de grupos dominantes e a conservação dos interesses das elites. Por outro lado, os políticos “de esquerda” teriam uma orientação reformista baseada na conquista de benefícios às classes sociais menos privilegiadas.
Sob outra perspectiva, a utilização dos termos “direita” e “esquerda” também pode variar em função das transformações sofridas em determinado contexto político. Os partidários que se colocam contra as ações do regime vigente seriam entendidos como “de esquerda” e os defensores do governo em vigência ocupariam a ala “de direita”. Dessa forma, a determinação dos grupos políticos varia segundo os partidos ou orientação ideológica que controlam o poder central.
Atualmente, a utilização dos termos “direita” e “esquerda” nem sempre consegue definir a natureza mais ampla de um contexto político. Em muitas situações, vemos que antigos adversários políticos colocam suas ideologias de lado para alcançarem um objetivo em comum. Como exemplo, podemos indicar na história do Brasil que a chegada do Partido dos Trabalhadores, rotulado como “de esquerda”, ao governo esteve marcada por diálogos e conchavos com antigos adversários políticos “de direita”.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Fonte: http://www.brasilescola.com/politica/direita-esquerda.htm
Outras fontes de estudo:
1º http://pt.wikipedia.org/wiki/Esquerda_e_Direita_(pol%C3%ADtica)
2º http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,direita-esquerda-,1029592,0.htm
3] http://www.iabnacional.org.br/IMG/pdf/doc-1170.pdf
4º http://www.espacoacademico.com.br/043/43pra.htm
E por fim uma musiquinha pra animar: http://letras.mus.br/eliana/91145/
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