A droga se faz amiga, mas ela quer sua vida

A droga se faz amiga, mas ela quer sua vida
A droga se faz amiga, mas ela quer sua vida

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Significado e história do 1° de maio, Dia do Trabalhador.







Comemorado no dia 1º de maio, o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador é uma data comemorativa usada para celebrar as conquistas dos trabalhadores ao longo da história. 

Nessa mesma data, em 1886, ocorreu uma grande manifestação de trabalhadores na cidade americana de Chicago.

Milhares de trabalhadores protestavam contra as condições desumanas de trabalho e a enorme carga horária pela qual eram submetidos (13 horas diárias).


 A greve paralisou os Estados Unidos. No dia 3 de maio, houve vários confrontos dos manifestantes com a polícia. No dia seguinte, esses confrontos se intensificaram, resultando na morte de diversos manifestantes. As manifestações e os protestos realizados pelos trabalhadores ficaram conhecidos como a Revolta de Haymarket.

Em 20 de junho de 1889, em Paris, a central sindical chamada Segunda Internacional instituiu o mesmo dia das manifestações como data máxima dos trabalhadores organizados, para, assim, lutar pelas 8 horas de trabalho diário. Em 23 de abril de 1919, o senado francês ratificou a jornada de trabalho de 8 horas e proclamou o dia 1° de maio como feriado nacional.

Após a França estabelecer o Dia do Trabalho, a Rússia foi o primeiro país a adotar a data comemorativa, em 1920. 


No Brasil, a data foi consolidada em 1924 no governo de Artur Bernardes. Além disso, a partir do governo de Getúlio Vargas, as principais medidas de benefício ao trabalhador passaram a ser anunciadas nessa data. Atualmente, inúmeros países adotam o dia 1° de maio como o Dia do Trabalho, sendo considerado feriado em muitos deles.


sexta-feira, 25 de abril de 2014

OS CRISTÃOS E A POLÍTICA, SERA QUE SE MISTURAM?

                             

O cristão pode se envolver com a política ?
De vez em quando se ouve falar porque que a Igreja está metendo-se na política, “porque este terreno não é dela?”. Acham que a Igreja não tem nada a ver com a política. Será que isto é verdade? O que eles estão querendo esconder com estas afirmações? 

Uma coisa é política (com P maiúsculo): é a maneira de organizar a sociedade, é o bem comum, o bem de toda comunidade. Sendo assim, todo mundo se envolve na política: ou exigindo melhorias para o seu bairro, para sua classe ou até mesmo não se mexendo, deixando as coisas como estão (aí quem está no poder se aproveita e faz tudo como quer). Os lavradores fazem política quando batalham pela reforma agrária; os estudantes fazem política quando exigem que os professores cheguem na hora e ensinem com dedicação; os trabalhadores fazem política quando lutam por melhores salários; a Igreja faz política quando se coloca a favor dos empobrecidos e explorados. É claro que todo mundo faz política!

Outra coisa é política partidária: é alguém se filiar a um determinado partido e trabalhar por uma legenda partidária, como candidato ou filiado. A Igreja pede que os cristãos leigos entrem nesta política partidária para lutar por uma sociedade nova onde todos possam viver dignamente como filhos de Deus e irmãos.
Outra coisa é politicagem: é a política individualista, do clientelismo e interesseira de um candidato ou de um partido que faz leis para se beneficiar; que cria salários de “marajás” para quem está no poder e salários de fome para os trabalhadores; que cria planos para eleger os seus candidatos, que deixa a nação com fome e desempregada; que engana o povo com promessas impossíveis; que busca apenas os interesses de uma minoria que está no poder.

Já deu para você perceber como o cristão não pode ficar por fora da política, porque ele vive no meio deste mundo, com mil e um problemas. E o cristão deve ser sal da terra e luz do mundo. Ou seja, deve ajudar a mudar o que está errado. Deve criar uma sociedade transformada. Política é um meio de transformação da sociedade. Como somos cristãos, vamos olhar a política com os olhos de Jesus. Como cristãos não podemos ficar alheiros à política. Se ficarmos por fora, apoiamos quem está no poder só atrapalhando. Como podemos participar efetivamente? De imediato, devemos votar bem, escolhendo pessoas que consigam defender os interesses da maioria empobrecida e necessitada. 
Tudo isto alimentados pela fé em Jesus Cristo que cura, liberta e salva.
Fonte: instituto sapiensa

domingo, 20 de abril de 2014

QUANTO JESUS SOFREU? Relatório médico por crucificação.

                       

Mark Driscoll
Quando se reconstitui os aspectos médicos da crucificação de Jesus, o resultado é um quadro brutal e vívido do que Jesus sofreu para salvar as pessoas do pecado.
Em 1986, a Revista da Associação Médica Americana publicou uma série de artigos que examinava a prática da tortura. O primeiro artigo foi intitulado “Sobre a Morte Física de Jesus Cristo,” escrito pelo Dr. William D. Edwards, Dr. Wesley J. Gabel e Dr. Floyd E. Hosmer.
“O artigo foi um relatório do evento possivelmente mais influente de tortura da história com análise fisiologicamente confiável que mostrava a dor horrível de um comum castigo romano da antiguidade,” o editor George Lundberg mais tarde escreveu em defesa do conteúdo polêmico.
Inspirando-se no relato que a Bíblia faz da crucificação, a evidência arqueológica e documentos históricos, combinados com o estudo moderno, o artigo tinha como meta “reconstituir os prováveis aspectos médicos dessa forma de execução lenta” (1460). O resultado foi uma explicação brutal e vívida do que Jesus sofreu para salvar as pessoas do pecado.

Morte excruciante

Isso é o que fizemos com o Deus do universo, conforme o artigo descreve:
* “Embora os romanos não tivessem inventado a crucificação, eles a aperfeiçoaram como forma de tortura e pena capital que tinha o objetivo produzir uma morte lenta com máxima dor e sofrimento” (1458).
* “Para os açoites, o homem era despido de suas roupas, e suas mãos eram amarradas a uma coluna erguida. As costas, as nádegas e as pernas eram açoitadas por dois soldados (lictores) ou por um que alternava posições. A gravidade dos açoites dependia da disposição dos lictores e tinha o objetivo de enfraquecer a vítima a um estado à beira do colapso ou morte” (1457).
* “À media que os açoites continuavam, as lacerações dilacerariam até alcançar os músculos esqueléticos subjacentes e produziriam tiras tremulantes de carne ensanguentada” (1457).
* “Quando os soldados rasgaram as vestes das costas de Jesus, provavelmente eles reabriram as feridas de açoites” (1458).
* “O prego fincado esmagaria ou deceparia o nervo mediano senso-motor um tanto grande. O nervo estimulado produziria ‘relampejos’ excruciantes de dor ardente em ambos os braços” (1460).
                
* “Exalação adequada exigia levantar o corpo flexionando os pés e os cotovelos e aduzindo os ombros. Contudo, essa manobra colocaria o peso inteiro do corpo nos calcanhares e produziria dor intensa. Além disso, a flexão dos cotovelos faria a rotação dos pulsos em volta dos pregos de ferro e causaria dor ardente ao longo dos nervos medianos danificados” (1461).
* “Já que expressões verbais ocorrem durante a exalação, essas expressões curtas [as palavras de Jesus na cruz] devem ter sido particularmente difíceis e dolorosas” (1462).
Em resumo, “A morte por crucificação era, em todo sentido da palavra, excruciante (em latim, excruciatus, ou ‘da cruz’)” (1461). Mas a morte violenta, dolorosa, sacrificial, corajosa e humilde de Jesus não é o único ato mais horrendo do homem pecador que o mundo já conheceu — é também o maior ato de amor demonstrado por nosso Deus bom e justo.

Não uma vítima impotente

É tentador olhar para o Jesus crucificado com piedade condescendente e sentir pena de Seu sofrimento brutal. Contudo, por respeito à dignidade de Jesus, precisamos resistir a essa tentação, pois Jesus não morreu como mais uma vítima impotente. Em vez disso, com a cruz no horizonte de Sua vida, Jesus disse que ninguém tiraria Sua vida dEle em derrota. Pelo contrário, Ele disse que Ele a daria e tomaria de novo em vitória (John 10:18).
Uma testemunha desses acontecimentos assombrosos foi um jovem chamado João, que nos ajuda a compreender a morte de Jesus como um ato de amor: “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” (1 João 4:10 NVI).
Feliz Páscoa.
Fonte: juliosevero.blogspot

quinta-feira, 10 de abril de 2014

O Brasil está quebrando... Avisem à Rolls Royce das lendárias limousines!‏




A Rolls-Royce anuncia fábrica de equipamentos 

navais no Brasil 07/04/2014

A Rolls-Royce anuncia fábrica no Brasil. Mas não é de carrão,
 é de equipamentos navais
 Autor: Fernando Brito

O Ministro das Finanças do Reino Unido, George Osborne, e Francisco Itzaina,
 diretor da Rolls-Royce para a América Latina, anunciaram hoje, no Rio, 
a montagem de uma nova planta da empresa inglesa no Brasil.

Mas não é para fazer as lendárias limousine da marca, não, é para montar propulsores 
marítimos que vão equipar as sondas de águas ultra-profundas que estão sendo
 produzidas para a Petrobras.

A obra de adaptação de um galpão de 27 mil metros quadrados em Duque de Caxias, 
no Grande Rio, começa já e tem investimento inicial de R$ 82 milhões, para atende ao
 contrato firmado para fornecer motores e sistemas de propulsão para sete sondas de
 perfuração que serão construídas no Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, 
que custarão R$ 335 milhões.

É o segundo investimento da Rolls-Royce no Rio, este ano. Em março, e empresa 
abriu Centro de Treinamento Marítimo, em Niterói, para especializar operadores de
 embarcações de apoio.

Por enquanto é só montagem, mas pode ser o primeiro passo para uma presença
 da empresa – que transferiu para a BMW a fabricação dos famosos automóveis – 
que investe em turbinas para aviões civis e militares, navios e plantas de geração de energia.

É o segundo projeto industrial que a construção de sondas – contratadas pela primeira
 vez dentro do país pela Petrobras - traz para o Rio de Janeiro. Antes, a Acker iniciou 
a montagem de uma nova fábrica em Macaé para produzir os conjuntos de perfuração.

Mas se eles vêm para cá, nós também estamos começando a ir para lá.

A HCI, uma empresa brasileira especializada em conexões e flanges para tubos de 
aço de alta resistência, usados na indústria do petróleo, anunciou , também hoje, a
 abertura de uma unidade na Ilha da Madeira, em Portugal, para entrar no mercado
 europeu de construção de navios e refinarias de petróleo. Um investimento de
 R$ 3 milhões com o qual pretende aumentar em até 20% o seu faturamento, 
que fechou 2013 em R$ 100 milhões.

Um pequeno retrato, de um único dia, do que não estaria acontecendo se a 
Petrobras seguisse na política de comprar fora do país navios e equipamentos 
de exploração.

FONTE: http://geopoliticablog.blogspot.com.

terça-feira, 8 de abril de 2014

“O FILME NOÉ” não me representa por ser desonesto, insultante e racista.



Hollywood declarou 2014 como “O ano da Bíblia”, e lança diversos filmes baseados em historias bíblicas. Não se via algo assim desde a década de 50 e 60.
Noé é o primeiro filme épico de Hollywood, lançado no Brasil, baseado na história bíblica do Dilúvio e aArca de Noé. Dirigido pelo diretor judeu-americano, Darren Aronofsky,  e estrelado por Russell Crowe,Anthony HopkinsJennifer ConnellyDouglas BoothLogan LermanEmma Watson e Ray Winstone. O filme é intelectualmente desonesto e insultante, todo o elenco de Noé são pessoas brancas.
Para nós negros e brancos que não aceitamos ser manipulados pela bíblia de Hollywood, de católicos e evangélicos, é muito difícil assistir o filme Noé e não se indignar vendo Hollywood sequestrar histórias bíblicas e exibi-las como bem entenderem.  Essa turma, de mente racista, tem problema com a diversidade étnica do povo da Bíblia - especialmente quando falamos de grandes heróis e heroínas. Imagina se no elenco de Noé fosse só de pessoas negras, haveria um alvoroço, que ver? Então vamos recorrer a bíblia e ver o que ela diz sobre isso:
Segundo a bíblia, no tempo de Noé até o advento da Torre de Babel, o povo era um só. Toda a terra tinha uma só língua e um só idioma: palavra "idioma" aí traz um sentido mais amplo que simplesmente a linguagem; ela evoca a idéia de "assunto", "propósito", ou até "maneira de pensar". E todos eram negros, descendentes dos primeiros seres humanos nascidos na África. Dentro dessa visão bíblica Noé não era branco. Gênesis 2,13; Js 1,4; Sf 3,10;  Gênesis 7 e Gênesis 11:1-9.
A bíblia e a ciência confirmam que os primeiros seres humanos vieram da África, saiba mais sobre isso em Afrohumanidade. Chocante e radical né?
Para não ficar tão chocante assim, um elenco só com pessoas negras, Hollywood poderia ter pelo menos feito isso no personagem Cam. O diretor do filme poderia ter encontrado um personagem de pele negra, com cabelos crespos. Assim, chegaria mais perto da justiça, da diversidade, sendo mais criativo. Na Bíblia, Cam foi um dos filhos de Noé que se mudou para o sudeste da África e Oriente Médio que era parte da África, e foi o antepassado das nações daquelas localidades. A Bíblia refere-se ao Egito como "as tendas de Cam", "descendentes de Cam" e "a terra de Cam" em Salmos 78:51; 105:23,27; 106:22 e 1º livro de Crônicas 4:40.
Ao contrario disso veja o que Hollywood fez com o elenco do filme Noé:

Russell Crowe como Noé                                                                                                                                     
Russell Ira Crowe, é neozelandês naturalizado australiano. Tornou-se um ator de Hollywood na década de 1990;
Jennifer Connelly como Noéma, a esposa de Noé
Jennifer Connelly, no filme é a esposa de Noé, de ascendência irlandesa, judeu polaco, norueguesa e russa.

Anthony Hopkins como Matusalém, avô de Noé
Sir Philip Anthony Hopkins, é um ator britânico de cinema, televisão e teatro. Hopkins é mais conhecido por interpretar o serial killer canibal.

Emma Watson como Ila, “filha adotiva de Noé”
Emma Charlotte Duerre Watson, é uma atriz e modelo britânica, notória por interpretar Hermione Granger nos filmes da série Harry Potter.

Logan Lerman como Cam, filho de Noé
Logan Lerman é judeu e o ator está atuando como o personagem Cam, um dos filhos de Noé.
Douglas Booth como Sem, filho de Noé
Douglas John Booth, é um ator e modelo britânico. Conhecido  ao interpretar Romeu no Filme Romeu e Julieta.
Leo McHugh Carroll como Jafé, filho de Noé
Leo McHugh Carroll, é um ator estadunidense, nascido em Chicago, Illinois.
Adam Griffith como Adão e Ariane Rinehart como Eva

Elenco radical, hein?  E o mais chocante de tudo isso é que a “critica” ignora essa "questão branca", e os “cristãos” só reclamaram das coisas religiosas no filme. Segundo o diretor de Noé, ele quis tornar o filme relevante para os tempos modernos, grande piada.
Sabemos que junto com Adão, Noé é descrito como o pai de toda a humanidade na Bíblia e muitas pessoas acreditam que isso seja verdade. Então para Hollywood e muitos “cristãos” esse elenco caucasiano representa a humanidade. Como é moda hoje a representatividade, esse “filme Noé” não me representa por ser desonesto e insultante. Ele só reforça a grande necessidade de uma Teologia Negrae uma Hermenêutica Bíblica Negra em nossa caminhada.
Hernani Francisco da Silva – Do Afrokut

Fonte: http://negrosnegrascristaos.ning