A droga se faz amiga, mas ela quer sua vida

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terça-feira, 26 de agosto de 2014

CONVITES DE JOGOS NO FACEBOOK COMO BLOQUEAR SOLICITAÇÕES DE MANEIRA BEM FÁCIL

Bloquear convites de jogos no Facebook
Se você não aguenta mais receber solicitações e convites de jogos no Facebook, todos os dias recebendo notificações de amigos convidando você para jogar determinado jogo no face e você não gosta disso, hoje vou dar algumas dicas de como se livrar das solicitações de joguinhos e apps indesejados que existem e estão espalhados no Facebook.
O problema é quando os usuários que jogam não sabem ou não se importam com o gosto dos seus amigos, ou então nem sabem que estão enviando convites para todo mundo, já que alguns jogos, ou a maioria deles, oferece atrativos do próprio game para que o jogador compartilhe com sua rede de amigos e aumente as “facilidades” de jogar as próximas fases, oferecem dinheiro virtual, enfim, com isso diversos jogos acabam se espalhando no Facebook de forma até viral, jogos como Candy Crush, Farm Heroes Saga, Bubble Witch Saga, FarmVille e muitos outros “Farms” e “Sagas” que existem. Muitos não sabem que é possível bloquear esses pedidos de jogos do Facebook.
Vale ressaltar que não é possível que você faça um bloqueio geral e definitivo, ou seja, não quer dizer que nunca mais venha ser convidado ou receba sugestões de jogos no Facebook, pois nos jogos e aplicativos novos, que você ainda não bloqueou o convite, será preciso fazer o procedimento individual, mas uma coisa que já mata praticamente o problema pela raiz é bloquear diretamente o usuário que fez o convite do jogo para que ele nunca mais venha a fazer novos convites.
Para bloquear um jogo do Facebook vá até o menu lateral que fica do lado esquerdo e clique em “Jogos”, depois em “Atividades” e em seguida “Convites”, agora vá em “Solicitações”, se preferir clique aqui.
Bloquear convites e solicitações de jogos e amigos no Facebook
Bloquear convite de jogos no Facebook nas notificações
Agora clique em cada “x” ao lado de “Aceitar” para bloquear determinado jogo, como você pode ver na imagem acima, ao ignorar o jogo vai aparecer também a opção de nunca mais receber solicitações e convites daquela pessoa que lhe enviou aquele convite, ao mesmo tempo o jogo bloqueado não poderá mais ser enviado como sugestão por nenhuma outra pessoa no Facebook.
Você também pode bloquear convites e notificações de jogos no Facebook diretamente pelo ícone de notificações, fazendo os 3 passos indicados na imagem abaixo:
Bloquear convite de jogos no Facebook nas notificações
Fonte: http://www.entrarfacebook.com


sábado, 16 de agosto de 2014

VOTAR NULO OU BRANCO AJUDA ALGUM CANDIDATO?


     

Votos brancos e nulos não interferem no resultado das eleições

A diferença entre o voto branco e o nulo e a possibilidade de influenciarem o resultado das eleições são assuntos que sempre geram dúvidas entre os eleitores com a proximidade do dia da votação. Para esclarecer essas questões, a Agência AL entrevistou o advogado eleitoral José Alexandre Machado.
Conforme a Constituição Federal e a Lei das Eleicoes (9.504/2007), vigora no pleito eleitoral o princípio da maioria absoluta de votos válidos. Isto significa que são contabilizados os votos nominais e os de legenda, desconsiderando os brancos e nulos dos cálculos eleitorais. “Os votos nulos e brancos não representam absolutamente nada na eleição a não ser uma manifestação de descontentamento do eleitor com as ações políticas. Os votos válidos, de onde se retiram os brancos e nulos para a contagem final, é que serão computados aos candidatos”, explicou Machado.
Entenda a diferença entre voto em branco e nulo
De acordo com a definição do Glossário Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o voto em branco é aquele no qual o eleitor não manifesta preferência por nenhum dos candidatos. Já o voto nulo ocorre quando o eleitor manifesta sua vontade de anular, digitando na urna eletrônica um número inexistente, que não corresponde a nenhum candidato ou partido político oficialmente registrados. O voto nulo é apenas registrado para fins de estatísticas e não é computado como voto válido, isto é, não vai para nenhum candidato, partido político ou coligação.
O voto em branco é interpretado como um ato de conformismo, em que o eleitor está satisfeito com qualquer candidato que vencer. O voto nulo é considerado um protesto, significa que o eleitor está descontente com a proposta de todos os candidatos.
Como uma eleição pode ser anulada?
Segundo Machado, mesmo que os votos brancos e nulos representem mais da metade do total, não é possível anular uma eleição por este motivo. “Esse é um grande equívoco. A população em geral acredita que anulando ou deixando em branco mais de 50% dos votos a eleição será anulada. Isto não é verdadeiro, pois eles não serão computados aos votos válidos e poderão até ajudar o candidato que não é do desejo popular maior”, disse.
Ou seja, quanto maior o número de votos nulos e brancos, menor a necessidade de votos válidos para eleger um candidato. Por exemplo: no caso de 10.000 eleitores, se nenhum votar em branco ou nulo, todos os votos serão válidos. O candidato vencedor será aquele que receber 50% dos votos mais 1, isto é, 5.001 votos. No entanto, se entre esses 10.000 eleitores, 50 votarem em branco ou anularem, haverá 9.950 votos válidos. Assim, o candidato será eleito se alcançar 4.976 votos.
De acordo com o advogado, uma eleição pode ser anulada se algum candidato eleito que obteve mais de 50% dos votos válidos na majoritária for cassado. Neste caso, o Tribunal Regional Eleitoral determinará uma nova eleição num período de 20 a 40 dias. Se o candidato eleito cassado não tiver contabilizado mais de 50% dos votos, quem assumirá será o segundo colocado.
Eleições majoritárias e proporcionais
Para que o candidato seja eleito prefeito, deve obter a maioria dos votos, não computados os em branco e os nulos. Este sistema, chamado majoritário, é válido também para os cargos de presidente da República, governador de estado e do Distrito Federal e senador. Nele, a maioria pode ser simples ou relativa, na qual é eleito aquele que obtiver o maior número dos votos apurados, ou pode ser absoluta, em que é eleito aquele que obtiver mais da metade dos votos apurados, excluídos os votos em branco e os nulos.
A exigência de maioria absoluta ocorre nas eleições para presidente, governador e prefeito de município com mais de 200 mil eleitores. Nestes casos, se o candidato com maior número de votos não alcançar a maioria absoluta, deverá ser realizado um segundo turno entre os dois candidatos mais votados. 
Já nas eleições proporcionais, utilizadas para os cargos de deputado federal, deputado estadual e vereador, os votos válidos são aqueles dados a candidatos e às legendas partidárias. Neste sistema, o eleitor decide ser representado por determinado partido (voto de legenda) e, preferencialmente, pelo candidato por ele escolhido. No entanto, caso seu candidato não seja eleito, o voto será somado aos demais votos da legenda, compondo a votação do partido ou coligação. Ao sistema proporcional de eleição aplica-se o cálculo do quociente eleitoral, obtidos pela divisão do número de votos válidos pelo de vagas a serem preenchidas.
FONTE: http://al-sc.jusbrasil.com.br/

sábado, 12 de julho de 2014

Quando eu morrer continuarei preto!





Quando nasci, era preto. 
Quando cresci, era preto.
Quando pego sol, fico preto.
Quando sinto frio, continuo preto.
Quando estou assustado, também fico preto.

Quando estou doente, preto.
E, quando eu morrer continuarei preto !

E tu, cara branco.
Quando nasce, é rosa.
Quando cresce, é branco.
Quando pega sol, fica vermelho.
Quando sente frio, fica roxo.
Quando se assusta, fica amarelo.
Quando está doente, fica verde.
Quando morrer, ficará cinzento.

E vem me chamar de homem de cor ?

(Escrito por uma criança Angolana)

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Etiqueta Ellus USA TRABALHO ESCRAVO e debocha do Brasil "atrasado"


O Brasil atrasado da moda

Marcelo Rubens Paiva

A ELLUS surpreendeu no desfile primavera-verão do SPFW deste ano com a campanha #protestoellus: Abaixo Este País Atrasado.


                              
Um protesto esquisito, num local que não combinava.

Um debate ideológico se seguiu, sob o hálito do verdadeiro debate, o da luta de classes.

Como o debate sobre os que reclamam da deselegância dos novos consumidores em aeroportos e da construção de uma estação de metrô que traria gente “diferenciada” num bairro de gente fina e educada, que anda de metrô em Paris e NY.

 A ELLUS esclareceu. Soltou o “DESABAFO”:

“O Brasil está entupido, um congestionamento em tudo. Não anda no trânsito, nos aeroportos, nos hospitais, nas estradas, na energia, nas escolas, na comunicação, na burocracia (corrupção)… Até a água está entupida!
Dificuldade para tudo! As coisas não fluem! Tudo é tão difícil! Tudo isso gerando esse custo. Brasil = ineficiência, improdutividade. Isso faz com que fiquemos isolados do mundo, acarretando esse atraso todo em relação ao mundo moderno.
É claro que os maiores responsáveis são os políticos e os governos antiquados, cartoriais, quase medievais, que com suas ideias atrasadas de protecionismo acabam por gerar atrofia.
Até para indústria da moda, exportar o nosso design fica difícil com todo esse custo, abrindo espaço maior para as importações de roupas e acessórios provenientes de países pobres, porque nós não temos condições de competir.
Precisamos desburocratizar, simplificar para motivar, avançar, abrir, internacionalizar, se não, cada vez mais, ficaremos isolados nas geleiras do Polo Sul.
Que Brasil é esse em que até as empresas e patrimônios públicos acabam destruídos?!?!

ABAIXO ESSE BRASIL ATRASADO!
TIME ELLUS”

Faz sentido.

Até lembrarem que a empresa é questionada pela Justiça se utiliza MÃO DE OBRA ESCRAVA.

O Processo corre na 2ª Região do Ministério de Trabalho e foi denunciado pela procuradora Carolina Vieira Mercante em 2012, que instaurou um inquérito civil e convocou representantes da Etiqueta Ellus através da portaria 1083/2012.

As empresas Marisa, Pernambucanas, C&A, Zara, Collins e Gregory também estiveram na mira do Ministério do Trabalho por causa de denúncias do uso de trabalho escravo.

Em 2010, a Marisa recebeu 48 autos de infração: 16 bolivianos trabalhavam em condições análogas às de escravidão na zona norte de São Paulo; cadernos encontrados no local davam indícios de tráfico de pessoas; funcionários cumpriam uma jornada que começava às 7 da manhã e seguia até às 9 da noite, com expediente do fim de semana.

Multada, a empresa cortou mais de 70 fornecedores.

A Zara recebeu 48 autos de infração: jornadas de até 16 horas por dia, salários irrisórios, proibição de deixar o local sem autorização prévia, uso de mão de obra infantil, ambientes se ventilação, fiação exposta.

A empresa foi multada e passou a se envolver em ações de auxílio a imigrantes.

Em 2011, a Pernambucanas foi informada que trabalhadores em condições degradantes haviam sido encontrados em duas oficinas, menores de idade, mulher com deficiência cognitiva; trabalhavam mais de 60 horas semanais em troca de um salário médio de R$ 400.

A empresa subcontratada assumiu a culpa.

A Gregory recebeu 25 autos de infração. Em 2012, a Superintendência do Ministério do Trabalho achou evidências de trabalho escravo; trabalhadores recebiam R$ 3 por cada vestido de renda confeccionado; oficina embolsava R$ 73, e a loja o vendia por R$ 318; 23 bolivianos foram libertados, todos submetidos a jornadas excessivas de trabalho e servidão por dívida; armários eram trancados com correntes para que os trabalhadores não se alimentassem em horários impróprios.

Está tudo na matéria de 2012 da repórter Marcela Ayres da Reuters, na Revista Exame:


De que Brasil atrasado falamos?

Fonte: esquerdopata.blogspot

A COPA, O X-TUDO E A LISTA DA FORBES



Ricardo Melo

Os movimentos criados em torno de bandeiras como "não vai ter Copa" são, antes de tudo, um atestado de burrice. No Brasil, é mais ou menos como apostar em alguma audiência para um Dia Nacional contra a Feijoada ou o Paulinho da Força organizar uma manifestação contra a venda da tequila no Primeiro de Maio.

Um exemplo disso aconteceu neste sábado (23) na capital paulista. Um desses atos, organizados sabe-se lá por quem, reuniu cerca de 350 manifestantes a pretexto de protestar contra a Copa. 
Confrontados com a própria insignificância, líderes da "mobilização" passaram a teorizar. "A conjuntura há duas semanas era diferente. A luta contra a Copa mudou de qualidade quando a sociedade organizada iniciou um movimento", afirmou um representante do grupo Território Livre, seja lá o que a declaração quis dizer. Ao fundo, soavam como cântico lemas como "Greve Geral, piquete e ocupação, contra Fifa, a PM e o patrão"; à frente, um bando segurava uma faixa pregando uma "Copa de greves".

A pregação do "X-Tudo" é, novamente, uma tentativa típica de rebeldes sem causas, mas com muitas consequências. Uma delas é lançar trabalhadores contra trabalhadores. Na mesma onda misturam-se provocadores, gente bem intencionada e lideranças espertas. Os eventos em São Paulo são eloquentes.

As paralisações de transportes afetaram a maioria da população. Nelas, havia motoristas e cobradores que recebem uma miséria e têm o direito a melhores condições de vida. Empregados de uma das viações pediam, por exemplo, respeito ao horário de almoço e o fim do desconto do salário nos dias de falta por doença. Reivindicações que, em pleno século 21, remontam a tempos do capitalismo selvagem. Mas havia também uma parcela bastante articulada muito mais interessada em ver o circo pegar fogo.

Como lembrado à exaustão, tais categorias exibem dirigentes com um histórico de banditismo e subserviência patronal indignos dos milhares de trabalhadores que dizem representar. Lideranças parasitárias do imposto sindical aproveitam-se da dispersão profissional da área em que atuam --funcionários de empresas de transportes, por natureza, trabalham isolados, diferentemente do que ocorre numa fábrica-- para exercer a manipulação e infiltrar asseclas de objetivos obscuros, às vezes nem tanto.

Isso nada tem a ver com a Copa. Reportagem da Folha prestou um serviço inestimável ao mostrar que os gastos públicos com o torneio são ínfimos se comparados às demais despesas oficiais. Pelos cálculos do jornal, o governo está investindo cerca de R$ 26 bilhões na competição, total que na verdade é menor considerando que haverá reembolso de uma fatia do dinheiro. Pode-se ir mais longe no capítulo proporções. Segundo lista da revista americana Forbes, as quinze famílias mais abastadas do Brasil concentram uma fortuna de R$ 270 bilhões de reais, cerca de 5% do PIB nacional. Ao final da Copa, aliás, estarão ainda mais ricas, pois muitas delas fazem parte de grupos de mídia beneficiários do torneio.

Nada disso anula o fato de que, num território com as enormes carências do Brasil, sempre que o Tesouro deixa de gastar com o básico da sobrevivência, há uma sensação de desperdício. Também é reprovável embarcar num clima de pão e circo e varrer para baixo do tapete as irregularidades na construção de estádios e de outras obras --males que contagiam a vida pública nacional e devem ser investigados sem nenhuma complacência.

Mas daí a tentar criar um clima de não vai ter Copa vai uma distância muito grande. Brasileiro gosta de futebol, assim como detesta roubalheira. Colocar tudo no mesmo saco só faz sentido na cabeça de senhores e oportunistas que conhecem massas apenas quando servidas em cantinas de luxo.

Fonte: esquerdopata.blogspot